• Postado por Tiago

Dia 23 de janeiro de 1999

É um velho adágio dos nossos ancestrais lusos, abrasileirado e avacalhado pelo brasileiro, que o verteu na base do “quem não tem bumbunzinho não faz negócio com pintinho”.

Parece ser esse o diagnóstico do que está acontecendo nos municípios de Balneário e Itajaí, onde suas administrações municipais estão se demonstrando incapacitadas de gerir o trânsito nas suas vias públicas, como determina o novo código de trânsito.

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Em Balneário, todo mundo se fechou em copas. O prefeito, provocado pelo Sindicato dos Motoristas da região, sequer responde o expediente respectivo.

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Já no Itajaí, onde os burraldos não se mancam, o “ilustre e ilustrado” Procurador Geral do Município, versão masculina, catarina e peso-pesado da Magda do Caco Antibes, pontificou, dizendo que Itajaí não carece, por exemplo, da Jari, órgão colegiado, paritário, indispensável à exigibilidade e aplicabilidade das penalidades aplicadas aos infratores do trânsito nas vias da cidade.

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Só que o Procurador sisqueceu de um detalhe, pra nós, significativo: a inexistência do órgão recursal das penalidades por infrações cometidas em Itajaí, inquina de nulidade toda e qualquer punição imposta, pela lesão ao direito de defesa da universalidade dos punidos.

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O resto é conversa mole pra boi dormir.

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