• Postado por Tiago

“Só estou com medo que demore muito para sair a aprovação da obra, porque para desassorear a lagoa Quinca Ludo, demorou quatro meses”.

Jhonny Coelho Coordenador da defesa civil

Depois do desassoreamento da lagoa Quinca Ludo, na praia Alegre da Penha, a defesa civil estadual vai bancar mais duas obras na Terra do Marisco. A primeira e mais importante é a recuperação do morro da prainha de São Miguel, que deslizou na enxurrada do último dia 8 de janeiro. A segunda é o desassoreamento do rio Iriri, na praia Alegre.

Durante a inauguração do calçadão da lagoa Quinca Ludo, o major Márcio Luiz Alves, da defesa civil estadual, avisou que irá enviar uma verba de R$ 190 mil pra Penha para estas duas obras. Penha só ganhou o arrego porque uma city do oeste não usou todo o montante de grana enviado pelo estado pra obras de recuperação, depois de enxurradas. O dindim foi devolvido pra defesa civil, e repassado pra Penha.

De acordo com o comandante dos bombeiros, Jhonny Coelho, responsável também pela defesa civil da Terra do Marisco, o projeto técnico para recuperação do morro de São Miguel já está sendo encerrado e nos próximos dias será enviado pra fundação do Meio Ambiente (Fatma) liberar a licença ambiental. “Só estou com medo que demore muito para sair a aprovação da obra, porque para desassorear a lagoa Quinca Ludo, demorou quatro meses”, explica o vermelhinho.

Dos R$ 190 mil que a defesa civil vai mandar, R$ 130 mil serão usados na recuperação do morro. A primeira etapa do trampo em São Miguel será recolher com caminhões o barro e as pedras que caíram, junto com as árvores que também despencaram. Depois, a ideia é realizar taludes, ou seja, aquelas escadinhas no morro. “Ainda vamos fazer nas laterais dos morros a canalização da água, para ela escorrer mais facilmente”, manda Jhonny Coelho.

Os demais 60 mil reales serão utilizados pra desassorear o rio Iriri, que fica na Praia Alegre, e é local de trabalho pra muitos pescadores da região. O rio encontra-se hoje totalmente assoreado e os trabalhadores não conseguem passar com os barcos e canoas em dias de maré baixa.

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