• Postado por Tiago

Os outros seis denunciados pelo Ministério Público na tarde de ontem resolveram fazer boquinha de siri, e não foram encontrados pela reportagem do DIARINHO. Entre eles, há uma professora da Univali, que sumiu do mapa após as denúncias.

A professora e advogada Vanderléia Aparecida Batista, que trampou com a Arrows Combustíveis, não atendeu as ligações. A mulher é funcionária de carreira da prefa de Balneário Camboriú, desde 1987, onde ingressou como professora. Em 2007, a pedido de Leonel Pavan, ela foi cedida ao governo do Estado, e estava trabalhando na Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Itajaí até 30 de novembro deste ano, quando foi dispensada.

Vanderléia também é professora do curso de Comércio Exterior da Univali. De acordo com o reitor José Roberto Provesi, a Univali ainda não foi comunicada oficialmente sobre o fato, e que não foi decidido ainda o futuro da funcionária dentro da instituição.

Já o médico Armando Taranto Junior, funcionário da Perícia do Estado, não estava na gerência do órgão no começo da tarde de ontem, já que ele tramparia apenas até ao meio-dia. Ligado a Secretaria de Administração, Armando é funcionário de carreira da Perícia, e estaria perto de sua aposentadoria. Através de sua assessoria, o secretário José Nei Alberton Ascari disse que vai aguardar receber a papelada, e vai analisar o caso de Armando, e só assim, decidir o que será feito.

Siscafederam

Os empresários Eugenio Rosa da Silva e Marcos Pegoraro, pivôs de toda a treta, não foram encontrados para contar a sua versão dos fatos. Estranhamente, o telefone da Arrows Combustíveis, em Niterói (RJ) parou de funcionar, e o site da empresa saiu do ar de uma hora pra outra.

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