• Postado por Tiago

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Caiado acredita que somente projetos do Pré-sal serão votados

Em todo ano de eleição, como 2010, acontece a mesma coisa: o número de projetos aprovados diminui e as sessões, tanto da Câmara como do Senado, ficam vazias. Desta vez, a avaliação também é consenso entre líderes de partidos, deputados e senadores, tanto da base aliada do governo quanto da oposição. Os parlamentares admitem que, especialmente a partir de julho, quando rolam as convenções partidárias, as atividades legislativas tendem a reduzir.

Os trabalhos no Congresso darão lugar às articulações eleitorais nos estados. Tanto os que pretendem concorrer à reeleição quanto os que querem disputar outros cargos eletivos deverão focar esforços nas bases estaduais. As próximas eleições serão para dois terços do Senado (54 cadeiras). Na Câmara, 100% das cadeiras (513) estarão em disputa.

?2010 é um ano eleitoral e todos nós sabemos como funciona: o calendário legislativo é ajustado pelo calendário eleitoral. Nenhuma matéria mais abrangente ou impactante, a não ser o restante dos projetos do pré-sal, deverá ser votada?, analisou o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO).

Os trabalhos devem se concentrar nos primeiros meses do ano. Os parlamentares avaliam que a partir de maio, a tendência é reduzir a produção legislativa e concentrar atenção na disputa eleitoral. ?No início do ano ainda tem espaço para discutir temas. Mas é final de governo, então qualquer grande tema ou reforma ficará para o governo seguinte?, afirma Caiado.

Pré sal na pauta

O líder do PT na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP), afirma que, apesar do impasse que suspendeu a votação do projeto da partilha do pré-sal, o governo tem ?boas perspectivas? de entendimento para apreciar a proposta no início do ano legislativo. A falta de entendimento recai sobre a divisão dos royalties e da participação especial dos contratos existentes de exploração de petróleo.

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