• Postado por Tiago

A Cimed/Malwee volta à quadra hoje à noite pela 13ª rodada da Superliga Masculina de Vôlei, com vontade de vencer. Depois de quatro dias de folga, já que jogou pela última vez no sábado, quando derrotou o Brasil Vôlei, os manezinhos encaram nesta quinta-feira, às 20h, no ginásio Capoeirão, em Florianópolis, o jovem time do Funvic/Uptime/Cuiabá, de Mato Grosso.

Uma vitória sem perder sets, junto com combinações de outros resultados, pode colocar a equipe novamente na liderança isolada do campeonato. Mas pra conseguir isso, a Cimed vai ter que se esforçar um pouco mais, pois o meio-de-rede Lucão, um dos destaques do time, é desfalque certo pro jogo de hoje.

“O Lucão tá fora porque tá com dores nos dois joelhos. Ele é novo e muito alto, e tem uma carga muito grande. Jogou todos os campeonatos pela seleção brasileira e não teve muito descanso. Tem que ter um carinho especial com ele. Ele sempre faz muita falta, mas tem que dar uma parada agora. Se não, pode agravar muito mais”, diz o técnico da Cimed, Marcos Pacheco.

Pro lugar de Lucão, quem entra é Ialisson, que tem jogador bem nas partidas até agora. Ele tem 2,05m, quatro centímetros a menos do que Lucão, o que não será problema pras jogadas de meio. O técnico Marcos Pacheco ainda conta com Éder pra posição, outro jogador manezinho da atual seleção brasileira do técnico Bernardinho.

Mesma pegada

Apesar das constantes vitórias na Superliga Masculina, o técnico da Cimed continua com o mesmo discurso humilde. Sabedor de que sua equipe é a favorita pra partida de hoje, Marcos Pacheco segue adotando cautela pra todos os jogos, mesmo se o adversário for o saco de pancadas do campeonato. O Cuiabá tá atualmente na 13ª colocação. “A Superliga tem dois blocos de times: os de grande investimento e de menor investimento. O time deles (do Cuiabá) é de investimento menor, mas nossa preparação não muda nunca. Dependendo do adversário, buscamos mais dados. Assistimos vídeos deles. O jogo é tão importante quanto os outros”, garante Pacheco.

Briga boa

Uma das três equipes que só perderam uma vez até agora no campeonato, a Cimed está na segunda posição na classificação, com os mesmos 21 pontos do Cruzeiro, que lidera pela melhor diferença entre sets ganhos e perdidos, e também do Pinheiros e Sesi, ambos de São Paulo, que têm 12 jogos, um a mais que a equipe da capital manezinha.

Mesmo com a equipe sendo derrotada pela primeira vez há duas rodadas, o técnico da Cimed diz que o resultado negativo faz parte de todas as equipes. “Temos uma estratégia jogo a jogo. Se ganharmos continuamos na mesma, e com a derrota foi a mesma coisa. Não queríamos, mas o time do Montes Claros é competitivo. A gente não conseguiu ganhar, mas a vida segue. Falhamos em algumas coisas. Mas no sábado já tivemos o Brasil Vôlei. Aí jogamos concentrados. O nosso método é em função disso, o importante é assimilar”, fala Pacheco.

Equilíbrio total

Sobre o número de equipes que são candidatas ao título, Marcos Pacheco diz que já sabia que o páreo será duro pra Cimed conquistar o tetracampeonato da Superliga. “Nós esperávamos uma disputa muito dura pela classificação, mas quem surpreende é o Montes Claros (único que venceu a Cimed). Na tabela deles, eles pegaram os fortes em casa, e amanhã (hoje) jogam contra o Sada/Cruzeiro fora e sábado contra o Minas também fora. Houve um investimento muito grande neste ano. Essa disputa forte já era esperada”, finaliza o técnico manezinho.

Folga pras catarinenses

Enquanto a Cimed tem compromisso hoje à noite, os times catarinenses na Superliga Feminina ganharam uma baita folga. Pauta/São José e Cativa Opnnus, de Brusque, só voltam à quadra na próxima semana, dia 29, sexta-feira. As duas equipes jogam em casa. O time da Grande Floripa recebe o Macaé, às 20h, e as marrecas encaram o Unilever, do técnico Bernardinho, às 21h, na arena Multiuso da Marrecolândia.

  •  

Deixe uma Resposta