• Postado por Tiago

Era madrugada de domingo quando o eletricista Alex Ferreira dos Santos, 23 anos, diz ter passado por uma tremenda humilhação. Ele teria sido revistado e até ameaçado por um segurança do bate-coxa Kubanacan, que fica na avenida Reinaldo Schmithausen, nos Cordeiros, em Itajaí. Alex disse ao DIARINHO que não teve motivo pra ação grotesca do brucutu do bailão. Quando aconteceu a grosseria, ele já tava deixando a casa noturna e não teria aprontado nada lá dentro.

Alex conta que tava saindo do bate-coxa sozinho, perto das cinco da madruga, quando viu um dos seguranças da casa, um gordinho alto e de pele branca, botando dois outros frequentadores pra rua. “Ele botou os guris na rua a tapa”, garante.

Depois, o homi de preto teria partido pra cima do eletricista, que cruzava o estacionamento onde o segurança tava. “Não fiz nada. Não uso droga, não briguei. Só tava indo embora”, reforça Alex. O segurança do Kubanacan teria sido grosso com o eletricista, encostado ele num carango e o revistado. Após a geral, Alex diz que também foi ameaçado. “Ele disse pra eu não aparecer mais lá senão ia me bater”, conta. “Ele não tinha direito”, revolta-se Alex, referindo-se à grosseria do segurança.

Quer levar pra frente

Revoltado por ter sido destratado, ainda naquela madruga Alex falou com o dono do Kubanacã, Severino Farias Queiroz Neto, o famoso Ceará. O eletricista queria saber o nome do segurança e se ele é ou não policial pra ter agido daquele jeito. O cliente não conseguiu nenhuma informação do dono do bate-coxa.

Na segunda depê, o peixeiro não conseguiu dar queixa porque não tinha o nome do segurança brucutu. “Quero ajuda pra resolver isso. Nem a polícia me ajuda”, implora Alex Ferreira, revoltado com a humilhação sofrida.

Ceará desconhece

Ceará, dono do Kubanacan, disse ao DIARINHO que não ficou sabendo da história. Afirmou que todos os seguranças que trampam na casa são contratados e não são policiais.

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