• Postado por Tiago

A Operação Transparência, divulgada pela PF na última semana, não foi a primeira que descobriu rolos na secretaria da Fazenda no governo LHS. Em 2006, o governo do bigodudo foi atingido em cheio pela Operação Dilúvio, que desvendou um dos maiores esquemas de fraude no comércio exterior já registrado no país, com sonegação estimada em 500 milhões de reais.

Durante uma das ações da operação, a PF encontrou no apartamento de Aldo Hey Neto, na época fiscal da secretaria, cerca de R$ 2 milhões, em diferentes moedas. No momento da prisão ele afirmou à PF que o dinheiro pertencia a um amigo, mas não revelou o nome. O carinha, conhecido no governo como Aldinho, foi acusado de receber valores entre R$ 100 mil e R$ 150 mil para incluir irregularmente empresas envolvidas num programa que dava incentivos fiscais a empresas que ajudassem na geração de empregos e no aumento nas exportações catarinas.

O então secretário da Fazenda, Max Bornholdt, pediu exoneração do cargo, alegando facilitar as investigações. “Isso foi um caso isolado. Não acredito no envolvimento de outros funcionários da Fazenda”, esclareceu o ex-secretário, quando saiu do cargo, em agosto de 2006.

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