• Postado por Tiago

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Rosa diz que tá sendo prejudicada pelos policiais

Dona Rosa Bueno Godói, 54 anos, anda cabreira com a polícia militar de Camboriú. Ela é dona do rala-coxa Canoa Quebrada, que fica na rua Guarapari, bairro Taboleiro, e acha que os PMs tão de marcação com o seu estabelecimento. Na sexta-feira passada, policiais fizeram um arrastão no boteco e a mandaram fechar as portas, alegando que tinha uma dimenor por lá. ?Pago meus impostos, tô com tudo em dia e ainda sou humilhada?, siqueixa.

Ela diz que a tal dimenor, que era um baita mulherão, se apresentou pros fardados durante a batida dizendo que tinha 17 anos. ?Achei muito estranho, porque sempre pedimos identidade de todo mundo? diz a empresária. Ela acha que são os policiais que espalham má fama pro seu bailão. ?Outro dia, balearam três no outro lado da rua, o Canoa nem tava aberto ainda, e disseram que foi aqui. Isso me prejudica?, afirma.

Rosa argumenta que tá gerando emprego na capital da pedra e isso não tá sendo reconhecido. ?Tem gente em volta de mim que nem alvará tem e a polícia não fecha. Tenho 20 empregados que dependem de mim?, carca.

Tavam protegendo

O mandachuva da polícia militar em Cambu, capitão Alfredo Von Knobaulch, diz que não rola qualquer tipo de perseguição ao Canoa Quebrada. ?Não foi só no estabelecimento dela que entramos na sexta-feira?, afirmou.

Ele revelou que a PM só pintou no bailão de Rosa porque tinha recebido uma denúncia de que o boteco seria assaltado. ?Nós demos apoio à polícia civil, que tinha recebido denúncia de que tinha pessoas armadas dentro do Canoa Quebrada, que assaltariam o bar. Só fizemos a batida pra protegê-los?, garantiu o capitão. Os policiais não encontraram assaltantes no balança-teta.

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