• Postado por Tiago

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) arquivou uma ação da empresa Águas de Barra Velha – que atuou na Terra do Pirão entre 2006 e 2007 – contra a prefa. O pessoal que mandava no abastecimento da cidade na gestão de Valter Zimmermann (DEM) afirma que o contrato temporário entre a prefa e a empresa Enops Engenharia, que tá atualmente prestando serviço de abastecimento na cidade, é ilegal. O TCE não concordou com os argumentos da Águas de Barra Velha e, até decisão contrária, nada muda no trampo de água da cidade.

O processo foi movido por Miguel Angel Danielle, representante do consórcio Águas de Barra Velha. O advogado afirmava no papéli enviado à dona justa que a Águas de Barra Velha ainda está “em pleno funcionamento” na city. Mas, na realidade, as atividades do consórcio encerraram quando a Casan – também através da dona justa – conseguiu assumir novamente o abastecimento na city, em 30 de janeiro de 2007.

O TCE então entendeu que o prazo do contrato com a concessionária já havia encerrado e que não foi prorrogado. O documento ainda afirma que a prefa não tinha outra alternativa, senão contratar uma nova empresa. A Enops foi então contratada em 2009. “Entraram na justiça contra a Enops e também tentam prejudicar o contrato feito para executar os serviços da Boca da Barra”, reclama o prefeito Samir.

Rolos no abastecimento

Nos últimos dias, o abastecimento de água na Terrinha do Pirão virou motivo de polêmica por diversas vezes. A própria Casan fez uma sacanagem daquelas com os moradores. A empresa encerrou as atividades em setembro de 2009 na Barra Velha, mas continuou enviando o boleto com a conta da água pros moradores em outubro e novembro.

Já no início do ano, assim como rolou na Penha, a prefa de Barra Velha também foi condenada a implantar uma rede coletora de esgoto na cidade. Uma ação civil pública movida em 2003 pelo Ministério Público colocou a responsa no lombo da prefa, Casan, fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ibama e Fatma.

No entanto, o procurador geral da Terra do Pirão, Eurídes dos Santos, afirmou que a prefa vai recorrer da decisão. “Acreditamos que esta responsabilidade recaia sobre a Casan, pois eles que deveriam implantar a rede coletora e não a prefeitura”, mandou o bagrão.

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