• Postado por Tiago

Tiras da central de investigações de Balneário Camboriú grampearam ontem um dos assaltantes envolvidos na morte do argentino Juan Daniel Gagliard, 40 anos. O bandido é dono de uma banca no camelódromo da igreja Santa Inês e estaria envolvido com uma quadrilha perigosa. A polícia investiga a participação dele e dos comparsas em outros assaltos que apavoraram a região nos últimos tempos.

Juan foi assassinado na noite de 28 de abril. Um dos assaltantes, Djhoverton Leandro Zimbel, 18, foi perseguido e trocou tiros com a polícia. Ele tá internado no hospital Santa Inês.

Ontem foi a vez de Wellington Machado Maximiano, 29, apontado como um dos cabeças da ação, cair nas garras dos homisdalei. Ele foi grampeado por volta das 11h30, quando dava um chego em sua banca de eletroeletrônicos no camelódromo da rua 1400. A caranga do traste, o Audi A3, placa DAL-1813 (Ponta Grossa/PR), também foi levado pra delegacia.

Além da participação no assalto, ele é acusado de ter ajudado o chefão do grupo, Roberto Damasceno Dantas, a siscapar da polícia. O mandachuva teria levado um tiro de raspão durante a fuga, e Wellington o levou a um hospital de Joinville pra buscar atendimento. O traste admitiu à polícia ter dado fuga pro Damasceno, mas nega a participação no latrocínio.

Esta não é a primeira vez que Wellington vai em cana. O cara tava pedido pela dona justa por um assalto em 2002, quando foi levado um malote recheado de grana do mercado Angeloni. Ele foi condenado a sete anos de jaula.

O bandido apontado como chefe da quadrilha, Damasceno, também já caiu nas garras dos homisdalei. Ele foi grampeado há alguns dias em São Paulo por porte ilegal de arma, e tá enjaulado na 64ª depê da capital. O delegado Eliomar Beber, que comanda as investigações, disse que já pediu que ele seja transferido pro Balneário.

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