• Postado por Tiago

Na porta do bar, um bilhete deixado pela família convidava pro velório de Salim

O comerciante Osni Rafaeli Gomes, 50 anos, conhecido em Balneário Camboriú como Salim, foi morto sábado pela manhã com quatro tiros à queima-roupa. A polícia afirma já ter um suspeito do crime. Salim era dono de um bar que fica na rua 1001, na quadra entre as avenidas Brasil e Atlântica, no centro da cidade.

Salim abriu o bareco, como fazia todos os dias, às 9h da matina. Minutos depois um homem apareceu armado e meteu quatro balaços no comerciante. Um tiro acertou a cabeça, dois o braço direito e um a barriga. Ele morreu na hora.

O atirador fugiu no Celta preto, placa ANQ 8037. A polícia descobriu que o carro é roubado, tática usada comumente por assassinos profissionais.

Dentro do bar foi encontrado um revólver calibre 38, carregado, e uma caixa de munições, além de uma máquina de caça-níqueis tipo maleta. Também havia R$ 1600 e mais 140 dólares.

O delegado Jorge Schlosser disse ao DIARINHO que pretende conversar com parentes e amigos de Salim pra saber se ele estava metido em alguma bronca grande. O comerciante não tinha passagem pela polícia.

O polícial afirma que tem suspeitos, mas prefere não abrir o jogo pra não melar as investigações. O delegado diz acreditar que o assassinato foi motivado por acerto de contas e descarta a possibilidade de latrocínio, que é roubo seguido de morte, já que nada foi levado do bar.

O corpo de Salim foi encaminhado pra Lages, sua cidade Natal. O comerciante morava há aproximadamente 20 anos em Balneário Camboriú.

Ontem à tarde o DIARINHO foi até o bar do Salim. Um bilhete na porta de ferro, de autoria da família, convidava pro velório e enterro na Terra do Pinhão, Lages. Comerciantes da região não quiseram comentar o assunto.

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