• Postado por Tiago

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Comerciante tá entre a viada e a morte no hospital

A violência em Itajaí fez mais uma vítima na noite de quarta-feira. O empresário João Cláudio Maski, 29 anos, dono de uma padoca no Dom Bosco, tá entre a vida e a morte no hospital Marieta Konder Bornhausen. O coitado tomou um tirambaço na cabeça depois de perseguir os bandidos que assaltaram sua padaria e levaram toda a grana do caixa. O comerciante saiu de carro atrás da motoca dos safados e derrubou a dupla, que abriu fogo contra a vítima. Um dimenor foi preso em casa e o outro tá foragido.

A barbaridade rolou perto das 20h, na padoca Dom Bosco, na rua João Reipert de Amorim. Os dimenores V.S, 16 anos, e J., 17, entraram na padaria com o trabuco na mão e anunciaram o assalto. Os bandidos limparam o caixa e simandaram na motoca, placa MFJ-4362 (Itajaí). Revoltado com a sacanagem, Cláudio embarcou no Ka, placa MEJ 2994 (Itajaí), e saiu na cola dos bandidos. Cláudio perseguiu os trastes até alcançá-los em uma transversal da Contorno Sul.

O empresário jogou o possante pra cima da cabrita e derrubou os mequetrefes, na esperança de pegar a grana de volta. O tombo deixou os assaltantes cabreiros. Um deles puxou o revólver e acertou um tiro no ouvido do comerciante, que foi socorrido pelos bombeiros e está internado entre a vida e a morte no Marieta. O desgraçado e o comparsa fugiram correndo deixando a cabrita no meio da rua.

Os bombeiros peixeiros foram chamados e levaram o comerciante pro hospital, onde continua internado em estado grave. A polícia militar também pintou no local, e pela placa da moto achou um os vagabundos. Os milicos foram até o endereço do registro da cabrita, onde descobriram que o proprietário já tá no além. A vó do coitado entregou que a motoca tava emprestada para um dimenor na rua Anastácia José Mendes, no Cidade Nova.

Chegando na baia indicada, os meganhas encontraram V., que confessou o assalto, mas jogou a culpa do tiro nas costas do amigo. O vadio disse que o comparsa deixou arma do crime, mas fugiu com a grana. O carinha dedurou que J. morava na rua Ema Fornari Conti, também no Cidade Nova, mas o traste não foi encontrado. Mais esperto que o parceiro, o atirador não voltou pra casa e continua foragido. A mãe dele garantiu pros milicos que se o filhão aparecesse, ela dava um alô pra polícia.

O dimenor guentado foi levado pra 1ª depê, onde foi reconhecido pela companheira da vítima, que tava na padoca na hora do assalto.

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