• Postado por Tiago

A comerciante Rosângela Dias, 28 anos, tá tiririca com a eletrônica GSM, de Balneário Camboriú. Ela mandou consertar um telefone sem fio há dois meses e até agora não recebeu o aparelho de volta. “Eles alegam que não tem peça, mas já liguei na fábrica e eles dizem que isso é mentira”, carca.

O problema foi no visor em que aparece o número de quem tá ligando. Como trampa em casa, Rosângela diz que precisa do identificador de chamadas pra evitar trotes. “Procurei eles porque são a eletrônica autorizada pela marca. Não imaginei que ia acontecer isso”, reclama.

Tem prazo pra conserto

Ornela Amaya, coordenadora da Procon, explica que quando se manda consertar algum produto, tem que ser feito um papéli com o valor do serviço e o prazo pra entrega. Se a empresa não fez isso ou não respeitou o prazo, o cliente pode fazer uma reclamatória.

O DIARINHO procurou a GSM ontem, mas uma pessoa que se identificou apenas como Jaqueline, se negou falar sobre o assunto.

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