• Postado por Tiago

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Bagrão da Unimed bota culpa na empresa de manutenção dos elevadores

Leitora reclama do hospital da Unimed, de Balneário Camboriú. A mulher esteve no prédio, ontem de manhã, pra fazer um exame médico, mas teve que desmarcar tudo porque não conseguiu chegar ao consultório. O único elevador do hospital estava estragado. Como a coitada é cardíaca, não conseguiu subir até o sexto andar pelas escadas.

A funcionária pública J.D., 55 anos, chegou ao hospital às 7h da matina com a bexiga cheia de xixi e de jejum. O desconforto era pra poder fazer os exames de sangue e urina. Ao atravessar o hall de entrada, encontrou o único elevador quebrado. Dona J. questionou as atendentes, que pediram pra ela esperar um pouco que o técnico havia sido chamado. ?Se chegasse alguém com emergência, não tinha como subir?, revolta-se a paciente.

Mesmo apertada, ela esperou por uma hora. Como notou que a solução não chegava, resolveu subir até o consultório, que fica no sexto andar, pelas escadas. Chegou no meio do caminho e precisou voltar. ?Sou hipertensa e não posso subir escada. Passei mal e fiquei sem ar e tive que descer de volta?, relata.

Dona J. conta que umas 10 pessoas esperaram mais de uma hora pelo reparo do elevador. Um senhor de 70 anos, que estava de bengala, teve que ser atendido ao lado do hall de entrada porque não tinha como subir pela escada. Dona J. diz que, depois dessa, vai pensar duas vezes em voltar a pagar o olho da cara pelo plano de saúde particular.

Alberto Machado, coordenador de comunicação e marketing da Unimed, admite o problema. Alega que a empresa de manutenção do elevador resolveu fazer os ajustes na manhã de ontem, fora do horário combinado com a empresa.

O chefão do marketing diz que o hospital conta com quatro elevadores, mas todos são interligados e precisam que sejam desligados e religados juntos pra que funcionem. ?A empresa tem que fazer a manutenção por dentro da caixa e pra fazer os outros três funcionarem teve que desligar aquele que estava funcionando?, explica.

Alberto informou que uma ambulância levou os pacientes que não podiam subir as escadas até o quarto andar, onde termina o estacionamento. ?Essa paciente não deve ter recebido a informação da opção que foi oferecida aos clientes?, palpita.

O coordenador da Unimed garante que já puxou a orelha dos responsáveis pela manutenção do elevador e que o problema não vai mais acontecer. ?A orientação que a gente passou pra empresa é fazer esse serviço de manutenção dos elevadores à noite?, concluiu.

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