• 18 jun 2009
  • Postado por Tiago

CURVA DE RIO

Esta expressão foi muito utilizada em Balneário Camboriú quando aqui chegavam aventureiros que, de acordo com o resultado do que pretendiam, desapareciam da noite para o dia, deixando vultosos prejuízos. Naquele período, até mesmo os cheques de Balneário Camboriú encontravam resistência fora do município.

CURVA II

Mas quando se acredita que estamos livres desse tipo de gente, eis que deparamos com alguns tipos que subestimam outro conhecido jargão: de que a memória do povo é curta. E chegam falando grosso, acreditando que podem enganar.

CARA DE PAU

Uma ilustre figura nos chamou a atenção por seguidas entrevistas a diários de nossa região, se intitulando mestre em administração hospitalar. Ele realmente exerceu, durante algum tempo, a função de administrador do Hospital Santo Antonio, em Blumenau.

MESTRE

Num processo para apurar irregularidades na administração do Hospital Santo Antonio, nos anos 90, o Ministério Público, relatou em determinado trecho que: “A bandalheira, no jargão popular, foi consentida e contou com a participação indispensável e efetiva do réu Fernando de Mello Vianna, Superintendente da Fundação Hospitalar indicado pelo poder executivo Municipal, que em alguns documentos relativos a despesas irregulares chegou a certificar pessoalmente a realização ou prestação do serviço”.

HOSPITAL MUNICIPAL

Pois o senhor Fernando de Mello Vianna tem a cara de pau de vir a Balneário Camboriú falar sobre a administração de hospital. O pior é que tem que dê guarida a esse tipo de gente. Lamentável. O senhor Fernando de Mello Vianna não respeitou uma instituição relevante como a Fundação Hospitalar de Blumenau e teve que entregar o cargo depois que estourou o escândalo sobre as falcatruas ocorridas. E agora vem dar palpite em Balneário Camboriú. Será que ainda não acabou o tempo do curva de rio? Temos outros detalhes sobre este vergonhoso caso. Fiquei abismado com a relação de nomes de outros envolvidos. Aguardem…

CEF

Os caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal em Balneário Camboriú continuam provocando transtornos aos seus clientes. Raramente fiuncionam de forma adequada. E a agência informa que o serviço é terceirizado, como se não tivesse a obrigação de procurar uma solução para o problema. E o “banco do povo” está metendo a mão no bolso do cidadão cobrando tarifa pelo saque.

BLOQUEIO

No final da reunião de terça-feira (17), na câmara, a vereadora Christina Barrichello ameaçou procurar o Ministério Público para pedir o bloqueio do salário dos seis vereadores que obstruíram a pauta. A obstrução aconteceu porque os vereadores se negam a votar qualquer projeto enquanto o prefeito-ave não colocar em funcionamento o Hospital Municipal.

IRREGULAR

O início da construção de um prédio de 14 andares na rua 2400, ao lado da residência de número 415, deveria receber a visita de um representante do Ministério Público ou mesmo da fiscalização municipal. O terreno está situado em cima do canal do Marambaia. Portanto, uma construção irregular, de acordo com o código de posturas.

VISITA

Deputado pepista Joares Ponticelli estará em Balneário Camboriú no próximo dia primeiro de julho, em visita à sede do partido, na rua Curitibanos, no bairro dos Municípios. O federal João Pizolatti esteve ontem à tarde conversando com o vereador José Hannibal.

DEM

Deputado federal Paulinho Bornhausen e o estadual Jean Kulhmann participaram de reunião na noite de segunda-feira, na sede dos Democratas, que contou com a presença de Babau Souza. Estão querendo que o “Guri” da “Menina” se prepare para uma futura carreira política.

REUNIÃO

Vereadores Fabrício de Oliveira, Orlando Angioletti, José Hannibal, Moacir Schmidt, João Miguel Tatá, e Dão Koeddermann estiveram reunidos na manhã de terça-feira (16) e reassumiram o compromisso de manter a união do bloco PSDB-PP e DEM para exigir seriedade do prefeito Edson Dias em relação ao Hospital Municipal.

HOSPITAL ESCOLA

A ideia é do vereador José Hannibal que já manteve contato a respeito com o reitor José Provesi e com o deputado federal João Pizolatti. Os dois se mostraram interessados no assunto desde que haja participação do município. Prefeito pode ser procurado nos próximos dias.

PROCESSO

Prefeito Albert Stadler (PTB), de Porto Belo, vai ser processado por danos materiais. Cidadão praticamente destruiu o seu veículo novo em um buraco aberto na cabeceira da ponte do rio Perequê. Quer que Currú pague pelo prejuízo. Depois do acidente o buraco foi tapado.

PLANO DIRETOR

Por falar em Porto Belo, ainda não foi votado pela Câmara o plano diretor. A demora está afastando possíveis investidores da construção civil. E o próprio município poderá perder recursos federais em função do atraso.

TENDÊNCIA

Boa parte da oposição de Balneário Camboriú está indo em direção às igrejas evangélicas. Em contrapartida, a situação se aproxima mais do Vaticano. Até um padre foi chamado para benzer a Secretaria de Turismo.

ESTRANHO

Pelas informações que estamos recebendo, o Turismo precisa mesmo é de um auditor e não de um padre. Nem com reza brava aquela secretaria entra nos eixos.

BARREIRO

Prefeito Manoel Marcílio dos Santos (PP) de Bombinhas está tendo dificuldades para recuperar as ruas não pavimentadas da cidade. Além de ter que reformar o maquinário destruído na administração do Júlio Margarina, vai ter que comprar o macadame em Porto Belo ou Tijucas. É que o Ministério Público proibiu o Maneca do Quiosque de abrir qualquer barreiro no município.

POLÍCIA

O comando do 12º Batalhão da Polícia Militar deve conferir o atendimento do 190. Na madrugada de domingo, mãe e filha foram barbarizadas por um tarado no bairro Perequê, em Porto Belo. Vizinhos desconfiaram que algo de errado estava acontecendo e ligaram para o Copom. Na primeira vez, desligaram o telefone. Na segunda, informaram que uma viatura iria até o local. Até o fechamento desta coluna, a PM ainda não havia aparecido.

EXEMPLO

Não são somente Itapema e Balneário Camboriú que estão superfaturando as obras dos seus abrigos. De Penha, vem a informação de que a parada localizada na avenida Eugênio Krause, em frente ao Cemitério Municipal, saiu por nada mais nada menos que R$ 45 mil. Se por esses lados o valor de um ponto equivale a uma casa popular, lá pras bandas da Penha o gasto daria para pelo menos iniciar o terminal rodoviário do município.

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