• Postado por Tiago

O delegado Rui Garcia dos Santos, da Central de Operações Policias (COP), ouviu na tarde de ontem o depoimento da empregada do padre Alvino Broering, 46 anos, assassinado na madrugada de segunda-feira, às margens da BR-101, no Espinheiros. A empregada contou que o padre andava estranho nos últimos dias e que ele poderia estar sendo ameaçado.

Os policiais também estão investigando o celular do sacerdote. As últimas ligações feitas por ele e algumas fotos podem ajduar a polícia a identificar o homem que matou o padre com oito facadas – a maioria na cabeça e costas.

Além de ouvir a empregada do padre os tiras ouviram outras testemunhas do caso. Dois vizinhos e os vigias do posto já foram interrogados. Um dos vizinhos foi até a COP após ler a matéria do DIARINHO, onde falava que a polícia apreendeu uma rolha de champanhe na garagem da casa do padre. O vizinho contou que foi ele quem abriu a bebida e a rolha acabou na garagem do vizinho, que também abriga a rádio Conceição.

Os policiais contaram que nada foi levado da casa do padre. Já o Astra, placa MDA 1814 (Itajaí), levado pelo assassino, continua desaparecido.

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