• Postado por Tiago

Vai fazer dois anos que o empresário Eugênio Lingner Neto, 30 anos, ganhou um dvd chiquetoso pra botar em seu carango e junto uma baita dor de cabeça. O aparelho, que foi comprado nas Casas Bahia, em Balneário Camboriú, veio com defeito, mas a loja se nega a trocar o produto e ele já desembolsou mais de 300 pilas em reparos. “Meu medo é porque o aparelho tá prestes a perder a garantia”, preocupa-se.

O dvd foi um presente da esposa. Eugênio conta que nos três primeiros meses o treco até funcionou, mas a partir daí começou a dar a louca. “O dvd pula, vai pra rádio, não para”, reclama. Além do valor do aparelho, a mulher do empresário pagou mais de 100 pilas de acréscimo pra ter a garantia estendida por mais um ano. Mas nem isso adiantou.

Ele procurou as Casas Bahia, mas o pessoal da loja não resolveu o problema. “Foi falado com o gerente há um ano, eles ficaram de entrar em contato, mas não fizeram nada”, siqueixa.

Como não tem assistência técnica do aparelho em Balneário, Eugênio acabou tirando os consertos do próprio bolso. “Quando foi comprado, o vendedor falou que se não tivesse assistência técnica aqui, trocaria por um aparelho novo”, afirma.

Agora, a loja quer que o aparelho seja enviado pra assistência técnica, pelo correio. “Meu medo é que, mesmo que eu consiga mandar o dvd pra lá, se voltar com o mesmo problema não vai mais estar na garantia”, diz.

O DIARINHO procurou o gerente das Casas Bahia, mas informaram que ele está em férias e ninguém pode falar oficialmente pela loja.

Tem que reclamar

A chefona da Procon na city, Nena Amorim, diz que o empresário deve procurar o órgão e oficializar uma reclamação. Ela recomenda que Eugênio mande o aparelho pra assistência, pra que o problema seja verificado, e diz que a empresa tem 30 dias pra arrumar o dvd. “Se não for consertado, através da Procon ele pode pedir a devolução do dinheiro”, explica.

Outra possibilidade é a troca por um aparelho novo. “Se é comprovado que o produto tá com defeito, independente do tempo de garantia, eles são obrigados a trocar”, ressalta Nena.

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