• Postado por Tiago

A jornalista M.H., 26 anos, foi ontem ao supermercado Xande, de Balneário Camboriú, e comprou uma nega maluca pra devorar no cafezinho. Pra sua surpresa, no meio do recheio havia uma nota de R$ 2. Injuriada, voltou pro mercado pra reclamar e diz que demoraram mais que tartaruga manca pra pagar pelo seu preju.

M. comprou o bolo lá pelas 8h30 da matina. Levou a gostosura pra dividir com os colegas de trampo. O pessoal já tinha dado umas boas bocadas no doce, quando um colega se deparou com a cédula. “Ele achou que era uma foto. Aí puxou com o garfo e saiu a nota”, conta a jornalista.

Na hora, o pessoal precisou se segurar pra não chamar o hugo. “Achar dinheiro na comida é o mesmo que achar cocô”, compara M. Ela diz que não entende como é que o dindim foi parar no meio da nega maluca. A jornalista levou o bolo e a nota de dois pilas divorta ao mercado, pra reclamar. “A pessoa que me atendeu disse que se fosse uma nota de R$ 100 eu não reclamaria”, conta. Ela pediu que o Xande devolvesse a grana paga pelo bolo e o dinheiro que gastou com o combustível pra ir e voltar do mercado, mas só foi atendida depois de muito blablablá. “Tiveram que ligar pra um monte de gente pra autorizar o pagamento. Acho que deveriam estar melhor preparados pra uma situação como essa”, carca. Depois de muita espera, o mercado pagou a ela R$ 14.

Nunca aconteceu

José Carlos Machado, gerente do Xande, disse que foi a primeira vez que acharam dindim num bolo do mercado. “Estamos verificando o que aconteceu. Acho que o mais provável é que a nota estivesse na embalagem, porque os funcionários da panificadora não têm acesso ao dinheiro e trabalham de luvas”, alegou.

O gerente explicou que a demora em pagar pelo prejuízo da moça foi porque a pessoa que a atendeu não tinha autonomia pra pagar o que ela pedia. “Ela queria um extra pelo combustível e a funcionária não podia autorizar o pagamento sozinha”, argumentou.

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