• Postado por Tiago

p---assalto-com-prisao-de-cinco---Paulo-Nóia p---assalto-com-prisao-de-cinco---Ramon-Araujo  p---assalto-com-prisao-de-cinco---Douglas p---assalto-com-prisao-de-cinco---Eginio-Amaral p---assalto-com-prisao-de-cinco---Joacir

A casa caiu pra cinco caras de Camboriú. A trupe é acusada de meter um assalto a uma casa, amarrar duas moçoilas e fugir com o carango delas. Os bandidos foram enjaulados entre a madrugada e a manhã de ontem. As abordagens rolaram no bairro Monte Alegre e Tabuleiro. Com os suspeitos foram apreendidos aparelhos eletrônicos, dindin e mais uma porrada de coisas roubadas da casa.

A abordagem rolou pelas 23h de quinta-feira. A vendedora L.R., 31 anos, e a irmã, C.B., 20, chegaram em casa e foram surpreendidas por dois malacos encapuzados. Os vadios tavam dentro da baia das moças, que fica na rua Saul Dalago, no bairro Cedros, em Camboriú.

Os trastes apontaram trabucos pra cabeça das coitadas e as ameaçaram de morte. ?Eles mandaram a gente olhar pro chão pra não reconhecê-los?, disse L. ainda muito abalada. Em seguida amordaçaram a dupla com lençóis e as colocaram no banheiro.

Mesmo sem olhar pra cara dos malacos, as vítimas notaram que eles já tinham separado bagulhos eletrônicos e tudo mais o que dava para levar. ?Eles (bandidos) deviam estar há muito tempo dentro de casa?, supõe. Os vagabundos embarcaram no Tracker, placa DMA 4461 (Camboriú), e simandaram.

Amarradas por quase duas horas

Os momentos de terror de L. e C. só terminaram quase duas da manhã, quando elas conseguiram soltar as amarras do lençol, abrir a porta e pedir ajuda na casa da vizinha. Elas chamaram à polícia militar que passou a realizar rondas na região.

Pelas 2h, os meganhas abordaram Douglas Petri, 26. O cara tava de ziquinha pela rua Monte Neblina, no bairro Monte Alegre, e tratou de picar a mula assim que viu os fardados. Correu até os fundos de uma casa da rua Monte Olivares, mas acabou enjaulado. Com ele foi encontrado um revólver calibre 38 com a numeração raspada, comida e um celular que tinham sido roubados minutos antes da casa do Cedros.

Vendo que tinha caroço naquele angu, os milicos deram uma prensa no rapaz e descobriram que os eletrônicos roubados estariam mocosados numa quitinete da rua Eucalipto, no bairro Tabuleiro. Assim que o galo cantou os policiais baixaram na baiuca e deram de cara com Paulo Alessandro da Silva Varela, 25, o Nóia.

O rapaz ainda tentou pagar de bom moço, mas a lorota não deu certo. Dentro do apartamento tava a chave da Tracker roubada, aparelhos de DVD, TV, computador de mesa e portátil e mais um monte de aparelhos levados da casa. No mesmo momento, os tiras receberam a informação que os bagulhos poderiam estar dentro de um apê do edifício ao lado do mercado Koch da rua Monte das Agulhas Negras. Os policiais bateram no local e bingo! Acharam mais um monte de bagulhada miúda que foi levada da residência.

Foi apreendido ainda outro revólver calibre 38, que pode ter sido usado no assalto. Egino Amaral, 23, Joacir Quevedo Melo, 21, e Ramon Araújo Goes, 23, tavam comendo mosca por lá e foram levados pra delegacia junto com o Nóia e o Douglas.

Apesar de jurarem inocência, os caras ganharam uma passagem só de ida pra trás das grades. ?Todos eles estão envolvidos. Foram encontrados os produtos com eles?, conta o delegado Fábio Ozório, que enquadrou a trupe em flagrante por assalto, porte ilegal de arma e formação de quadrilha.

Os cinco têm passagens por roubo e furto. Douglas tá até devendo pra justa, desde o início do ano quando saiu do xilindró de Balneário com o indulto de sete dias e até hoje não voltou. Na manhã de ontem, enquanto os flagrantes rolavam, o carro roubado foi encontrado abandonado na margem da rodovia Antônio Heil, em Balneário.

Diz que apanhou

Mesmo atrás das grades, Eginio aproveitou a presença da imprensa pra reclamar de um possível abuso policial. Mostrando um corte no supercílio, acusou os policiais civis de terem descido a porrada nele. ?Isso é covardia. Bater num preso algemado?, lascou.

Os policiais civis que estavam de plantão na manhã de ontem juram que não tocaram em nenhum fio de cabelo do preso. Eginio estava algemado e teria reagido a revista pessoal.Os homisdalei afirmam que o rapaz se alterou quando foram pegar um celular que ele escondia no bolso. Ele se debateu, caiu e bateu com o rosto na parede.

Armas usadas no crime tavam com a numeração raspada

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