• Postado por Tiago

Os tiras da Central de Operações Policiais (COP) de Itajaí botaram atrás das grades, ontem, Romilson Martins Júnior, 30 anos, que tava morando no bairro areias em Camboriú. O traste tava pedido pela justa de Minas Gerais e Goiás.

O bandido e o sogro, Valdenir Bueno, o Véio, são apontados como líderes de uma quadrilha especializada no roubo de carga e insumos agrícolas. A gaiola pro bandido contou com a ajuda dos policiais mineiros, que vieram até a Santa&Bela pra cumprir a ordem da dona justa.

Valdenir já tá vendo o sol nascer quadrado em Minas Gerais. Romilson embarcou ontem para Belo Horizonte, pra fazer companhia pro sogro.

As investigações da polícia mineira apontaram que a quadrilha metia assaltos e vendia a carga para receptadores. Véio também se encarregava de mandar matar quem se recusasse a pagar pela carga roubada. Os assassinatos eram praticados por dois pistoleiros do Mato Grosso, conhecidos pelos apelidos de Mancha e Calau.

O delegado Rui Garcia dos Santos explica que foi a partir de uma ameaça de morte feita por Véio, contra um revendedor de defensivos agrícolas de Passo Fundo/RS, que a polícia iniciou as investigações. A vítima teria sido ameaçada quando se recusou a pagar um lote de oito mil litros de veneninho de planta comprado do bando.

A quadrilha de Valdenir e Romilson tinha representantes que vendiam os defensivos roubados nas cidades de Passo Fundo e Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul; Xanxerê e Balneário Camboriú, em Santa Catarina; Cambé, Francisco Beltrão, Apucarana e Ponta Grossa, no Paraná. Eles também tinham representantes em Uberlândia, Minas Gerais e Campo Grande e Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul. Os outros clientes da quadrilha tavam espalhados por Tapurá, no Mato Grosso e Salvador e Barreiras, na Bahia.

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