• Postado por Tiago

A família de Laerte Cunha, 46 anos, mora no final do beco Carlos Meyer, nos Machados, em Navegantes, bem do ladinho do estaleiro Pioneira da Costa. Não bastasse a barulhada infernal, os Cunha ainda tem que suportar a poeirada provocada pelo lixamento das madeiras.

Os irmãos Laerte e Janete Cunha precisam deixar suas baias fechadas durante o dia inteiro pra evitar a invasão das nuvens de areia. Ao DIARINHO, Laerte exibiu seu carango, todo empoeirado. “Eu estacionei aqui faz menos de duas horas”, diz, bufando.

Os Cunha dizem que já converaram com o responsável pelo estaleiro, que até agora não teria dado ouvido ao reclamo deles. “Tem crianças na rua que tem problemas respiratórios e esse pó, que vem dos barcos lixados, pode prejudicar”, explica Janete.

Nega a denúncia

Toninho da Silva, responsável pelo Estaleiro, admite a possibilidade de que a barulheira dos peões arrumando as embarcações possa estar incomodando a vizinhança, mas nega a poeirada. “Não é verdade. O pó pode vir da Femepe, que usa jato de areia, mas não da Pioneira. Posso abrir as portas do estaleiro para comprovar”, afirma Toninho.

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