• Postado por Tiago

Mequetrefe teve a prisão temporária decretada

O mulambento do Roberto Binder, 45 anos, foi preso na tarde de quarta-feira, na avenida Abraão João Francisco, nos Carvalhos, em Itajaí, acusado de ter estuprado um dimenor de 14 anos. A vítima contou que o traste tava acompanhado, mas o outro envolvido no crime não foi identificado pela polícia.

O dimenor contou que há 10 dias os dois mequetrefes o pegaram à força e o estupraram. Roberto, que já foi preso por tráfico de drogas, mora embaixo da ponte Nilo Simas e aproveitou que a vítima tava indo para a escola para cometer o crime com a ajuda de um amigo.

O adolescente, morador do Promorar, ficou com vergonha de contar para a família, mas como a dupla de mequetrefes ameaçou estuprá-lo mais uma vez, o rapazote acabou falando tudo para o pai.

Assim que descobriu que Roberto tinha atacado seu filho, o pai oi tirar satisfações com o nojento. Os dois discutiram em cima da ponte e chegaram a trocar socos. Depois da briga, o pai do guri chamou os meganhas para mandar o estuprador para trás das grades.

Roberto melou a cueca quando viu a baratinha da PM chegar e se jogou no rio, nadando até à outra margem. Os bombeiros foram chamados e encontraram o safado embaixo da vegetação, esperando o tempo passar.

O safado foi resgatado por uma lancha, mas tentou escapar mais uma vez ao chegar em terra. Os milicos tavam ligados na safadeza e meteram a mão no estuprador antes que ele fugisse.

O povão queria surrar o traste, mas a polícia conseguiu controlar a fúria dos moradores. O traste ouviu o teje preso dos milicos e foi mandado pra delegacia da Mulher e do Adolescente, onde teve a prisão temporária decretada.

Tratamento psicológico

O caso está sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar peixeiro. Para completar a desgraceira, os policiais na depê descobriram que o estuprador é portador do vírus HIV/Aids. O guri vai passar por exames e vai ser medicado preventivamente.

O gurizote e a família serão encaminhados ao Programa Sentinela, que presta apoio psicológico e médico às vítimas de abuso sexual. Se condenado, o malaco pode pegar de seis a 10 anos de prisão.

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