• Postado por Tiago

INTERNA-POLÍCIA-CINCO-ABRE--

Traste tentou negar a safadeza, mas na delegacia voltou atrás

A polícia civil de Porto Belo já botou atrás das grades o traste que estuprou uma moça na madrugada de domingo. A coitada foi atacada quando voltava de um bailão com a mãe, no bairro Perequê. O nojento a violentou por quatro horas seguidas, e antes de ir embora deixou um telefone de contato.

Foi através do número de telefone que os homisdalei conseguiram chegar ao safado. Eles descobriram que o cara se chamava José Marciano dos Santos, 27 anos, e tava trampando numa obra perto do shopping Porto das Águas, na SC-421.

Por volta das 9h de ontem, os tiras pintaram no trampo do cara e lascaram o teje preso. O sem-vergonha fez cara de tanso, e jurou de pés juntos que não tinha feito nada de errado, mas na delegacia acabou assumindo a treta. A mãe e a filha, que ficaram cara a cara com o monstro, foram chamadas pra reconhecê-lo, não tiveram dúvidas de que José Marciano era mesmo o estuprador.

O coisa-ruim ainda tentou justificar sua safadeza aos homis. Ele disse que devem ter colocado alguma droga muito doida nas biritas que bebeu antes de atacar a moça, e garantiu que não sabia o que tava fazendo. Os tiras quiseram saber por que ele resolveu deixar o telefone com a vítima, e ele respondeu que ficou assustado quando sitocou da cagada que tinha aprontado, e imaginou que a pobrezinha pudesse precisar de ajuda.

Pra piorar a situação, o estuprador disse à puliça que é portador do vírus HIV. Assim que se viu livre do nojento, a vítima foi atendida pelos vermelhinhos e levada ao hospital Santa Inês, em Balneário Camboriú, onde recebeu todo tipo de cuidado que é dado às pessoas que sofrem estupro, entre eles um coquetel que evita a contaminação pelo vírus.

José Marciano ainda não tinha nenhuma pendenga com a polícia. Ele tá preso na depê de Porto Belo até conseguir uma vaguinha num dos cadeiões da região.

Atacada no fim do baile

No sábado à noite, a moça, de 21 anos, saiu com a mãe, de 48, rumo ao rala-coxa do salão do Paulista, que fica no Perequê. Por volta das 4h, decidiram voltar pra casa diapé. Elas tinham caminhado alguns metros quando um malacabado surgiu no meio da rua, e lascou uma paulada na cabeça da mãe, que caiu de cara na chón e desmaiou.

A filha, apavorada, tentou gritar por socorro, mas o traste a arrastou pra um terreno baldio. Ele violentou a coitada de tudo quanto foi jeito, até que a mami acordou. O tarado ameaçou bater na muié novamente e obrigou as duas a levarem ele até a sua casa.

Ele passou a mão nos telefones das duas, fez a moça entrar em seu quarto, trancou a porta, e só foi embora às 8h da manhã. Assim que se viram livres do bandido, as mulheres telefonaram pros bombeiros, que levaram a filha e a mãe, que tava com a cara arrebentada por causa da paulada, até o hospital.

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