• 20 nov 2009
  • Postado por Tiago

Copom: o prefeito garantiu que o centro de Operações da Polícia Militar (Copom) de Itajaí, que corria o risco de ir pra Balneário Camboriú, não vai sair daqui. O prefeito ainda vai pedir pro Estado, que já comprometeu em manter o Copom em Itajaí, fazer aqui os mesmos investimentos que fez em Balneário.

Segurança: no balanço da segurança, Jandir destacou a ampliação da Codetran com mais 50 agentes, sendo que 12 deles foram colocados pra bisbilhotar as câmeras de monitoramento, liberando os PMs pras ruas. Mais policiais civis e militares também foram liberados, de acordo com Bellini, quando a Codetran assumiu os laudos de acidentes de trânsito e a responsabilidade pelos boletins de ocorrência de porradaços de trânsito.

Arena Marcílio Dias: o prefeito disse que vai rolar um concurso pra escolher o projeto da arena e na sequência a licitação da obra, tudo como manda o figurino. Sobre a exploração dos espaços comerciais – como salas, academia, estacionamento – a grana pode ser repassada pro clube, mas ele vai ficar de olho nas contas e tá confiante que a nova diretoria vai agir com transparência.

Marejada: sobre o preju da Marejada, Jandir disse que a festa não foi montada pra dar lucro, mas pra movimentar a city. O prefeito afirmou que o caminho natural dos centros de eventos é a terceirização e que a empresa que ficasse responsável pelo pavilhão também ficaria responsável pela festa, mas respeitando as exigências da prefa.

Economia: sobre ações alternativas pra não deixar Itajaí tão dependente do porto, o prefeito disse mais uma vez que não queria jogar a culpa no governo anterior, mas acabou falando que rolou uma cagada nas negociações do polo industrial. A área que é pública havia sido permutada com uma empresa privada que ia construir um conjunto habitacional, mas o projeto foi malfeito, o acordo desfeito e o município pegou de volta o terreno do compadre Patussi, como é conhecido na cidade. Jandir quer ocupar aquela área com indústrias pra deixar a economia peixeira mais independente do porto.

Reforma administrativa: sobre a prometida reforma administrativa, Jandir reconheceu que ela tá atrasada, mas não adiantou nenhum nome de novo secretário. O mandachuva falou que tá cauteloso porque não quer ser injusto com os secretários, já que várias pastas sofreram com a enchente e a recessão da economia. “Talvez ela seja até maior que vocês imaginam, ou talvez ela seja pequenininha, mas que ela vai existir, ela vai existir, sem dúvida alguma”, afirmou, se referindo à dança das cadeiras. Os novos nomes devem ser anunciados até dezembro e uma das que deixaria o cargo seria a secretária de Saúde e vice-prefeita, Dalva Rehnius, pra concorrer às eleições.

Habitação: desde que entrou no governo, Bellini não construiu uma casa pros desabrigados da enchente. Ele afirmou que a falta de grana não deixou, mas que tá pagando aluguel pra cerca de 50 famílias e que só agora o Estado repassou R$ 700 mil pra prefa construir as casas no bairro Votorantin. Apesar de jurar de pés juntos que não queria jogar a culpa no governo do Volnei, disse que os projetos da Habitação não tão andando porque todos tavam com problemas legais.

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