• Postado por Tiago

“Como vivemos num mundo globalizado, moderno, as mudanças são inevitáveis. Farmácias além de remédio vendem de tudo: cerveja, refrigerante e tudo que é badulaque. Nas lotéricas, hoje, além de se fazer uma fezinha no jogo podemos pagar nossas contas água, luz etc..

Agora a sensação do momento é a Famai estar entrando no ramo de negócios bancários. O negócio é lucrativo, principalmente para o investidor (detonador). Você vai lá, detona um monte de árvores, moradias e depois compensa com algumas mudinhas para serem plantadas lá na divisa com Brusque. Ou melhor anda para o investidor (detonador): detona o morro cortado e, como compensação, doa uma linda máquina fotográfica para a Famai. Lembram?

Só acho que esse “banco” está sendo mal administrado, pois muitas compensações nunca saíram do papel. Cito alguns exemplos: a árvore centenária da entrada da Praia Brava que foi detonada e como compensação viraria uma linda praça (só que hoje é estacionamento de uma revendedora) e o prédio em cima do mangue na Beira Rio. Onde estão as compensações?

E a casa do abobrão B., no meio da rua, qual será a compensação? Cesta básica? E tantas outras que não lembro.

No DIARINHO do dia 18 de agosto outra denúncia de um morador. Uma empresa estava detonando árvores e moradias. Resposta do “bagrão”: não tem problema ele vai “compensar depois”.

Famai virou “banco” e a natureza a moeda de troca.”

Ass: F. Becker

(Transcrito ipsis litteris)

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