• Postado por Tiago

A família de Artur da Rosa Brandão, 19 anos, assassinado sábado, 15, em Navegantes, vai contratar uma investigação particular para ajudar no trabalho da polícia civil. Eles não acreditam que o assassinato foi legítima defesa como disse à polícia Rodrigo de Oliveira Teixeira, 19 anos, o Digo. Rodrigo se apresentou sexta-feira, acompanhado da mãe e de um advogado.

Pros parentes da vítima, como o tiro que matou Artur foi pelas costas não existe legitima defesa. Eles alegam também que o Artur foi agredido, com uma coronhada antes de ser assassinado. “Cadê a arma do crime?”, questionam. Digo não ficou preso porque tem bons antecedentes e endereço fixo.

A família de Artur acredita que pelo menos mais cinco pessoas tão envolvidas no assassinato. O argumento para pedir ajuda de uma investigação paralela é para que o crime não fique sem solução. Natural do Rio de Janeiro, Artur veio morar em Navegantes com 17 anos. Atualmente, tava trabalhando em uma loja de tintas.

A polícia apurou que Rodrigo taria mandando mensagens para a namorada de Artur através do Orkut. Ao descobrir a safadeza, a vítima teria chamado Rodrigo pra briga. Os dois se encontraram sábado, dia 15, quando rolou o crime.

  •  

Deixe uma Resposta