• 27 nov 2009
  • Postado por Tiago

“Acredito que governar é determinar prioridades, não trocando um alvo pelo outro, mas ordenar as várias questões a serem enfrentadas”, Leonel Pavan (PSDB), governador de Santa Catarina a partir de janeiro

“ESTADO NECESSÁRIO”

Leonel Pavan (PSDB) já fala como governador. Ele faz questão de frisar que seu governo será norteado pelos princípios do que chama de social democracia. “Sou a favor do Estado necessário, nem tão grande que sufoque a economia, nem tão pequeno que seja engolido pelos interesses subalternos”, explica. “A partir dos pressupostos do Estado necessário estou traçando o mapa do caminho que seguirei em meu governo”.

PROJETO 2012

Fonte tucana confirmou o que a coluna havia comentado no dia 26 de outubro: o verdadeiro projeto político de José Roberto Provesi, recém filiado ao PSDB, é disputar as eleições municipais de 2012 como candidato a prefeito de Itajaí. A candidatura a deputado federal no ano que vem serviria como uma pré-campanha de 2012, apresentando o reitor da Univali como político ao eleitorado.

DESCASO

No dia 21, a coluna ‘Panorama Político’, do jornal O Globo, do Rio de Janeiro, na nota “Sul reclama de descaso”, relata que “empresários da indústria de móveis, a chamada linha marrom, dos três estados do Sul, se consideram discriminados pelo governo Lula”. Eles reclamam que o governo só concedeu isenção de IPI para produtos da indústria paulista (refrigeradores e automóveis, por exemplo).

INTERLOCUTORA

O setor foi duramente afetado pela crise internacional com a retração das exportações, o que provocou um índice de desemprego neste tipo de indústria ainda não dimensionado. A nota da coluna política do jornal O Globo prossegue informando que os empresários sulistas “também estão insatisfeitos com a maioria dos senadores de seus estados. Relatam que a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) é a única interlocutora deles”.

PREVENÇÃO I

Embora as catástrofes naturais tenham se tornado cada vez mais rotineiras no Brasil, e em especial em Santa Catarina, pouco se vê no sentido de prevenção. Daí a conveniência do projeto de lei, de autoria do senador Raimundo Colombo (DEM), que prevê a criação de um Centro de Prevenção de Desastres Climáticos (CPDC). A ideia é usar a tecnologia para amenizar os efeitos de futuras catástrofes naturais.

PREVENÇÃO II

O projeto consiste na estruturação de um centro de informação integrando estados e municípios para prevenção e alerta das possibilidades de furacões, tempestades, inundações, incêndios, etc. “O Brasil não possui uma estrutura centralizada para receber, analisar e transmitir informações geoclimáticas, que possa funcionar como instrumento para emitir alertas à população potencialmente em risco”, alerta o senador.

AUSÊNCIA

O deputado Paulinho Bornhausen (DEM) criticou a postura do governo federal em não enviar representantes para o debate, promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sobre compras governamentais de tecnologia de informação. “Mais uma vez, eles preferiram não atender ao chamado para o debate de temas importantes para o país e para a sociedade brasileira”, reprovou o parlamentar catarinense.

DIFICULDADE

Apesar de não ser mais presidente do DEM, o ex-governador Jorge Bornhausen segue atuando nos bastidores a favor da candidatura de José Serra (PSDB). Embora seja um exímio articulador, está tendo dificuldades em conter a insatisfação de seu partido com o tucano. Na semana passada, Serra foi alvo de críticas do presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia, e seu pai, o ex-prefeito carioca César Maia.

COVARDIA

Os Maia acreditam que, tal como Dilma Rousseff (PT), Serra já deveria se decidir de uma vez pela candidatura e colocar o bloco na rua. Porém, o governador paulista deve repetir a estratégia – vista por alguns como covardia – adotada em 2006: esperar até março para analisar a situação. Se a coisa estiver favorável, disputa a presidência. Se não estiver, pula fora e concorre a uma praticamente garantida reeleição em São Paulo.

BOI DE PIRANHA

Em 2006, quando o então prefeito paulistano percebeu que não havia condições de derrotar Lula, tirou o corpo fora e foi candidato a governador. Sobrou para Geraldo Alckmin assumir o papel de boi de piranha. Agora Serra tenta fazer o mesmo, tendo o governador mineiro Aécio Neves como o boi de piranha da vez. Mas Aécio não é trouxa e disse que será candidato ao Senado se o partido não se decidir até o fim do ano.

WEBJET I

Como a coluna havia antecipado no início de outubro, a Anac negou a solicitação da Webjet de operar voos charters de Cumbica (Guarulhos) para Navegantes. Quando a coluna publicou que causava estranheza o fato de a prefeitura Balneário Camboriú ter informado que diretores da Webjet haviam anunciado que a empresa iria operar em Navegantes a partir de outubro, teve gente que achou ruim e deu chilique…

WEBJET II

Era óbvio que a Webjet teria o pedido negado, uma vez que na mesma semana a Anac havia anunciado que o aeroporto de Navegantes estava proibido de receber novos voos por não contar com número de bombeiros militares adequado, tendo o nível de segurança rebaixado. O governo do Estado prometeu dispor mais bombeiros a partir do dia 1º, o que pode vir a reverter a situação da Webjet em Navegantes.

GRAMPO I

O site Congresso em Foco obteve e divulgou gravação telefônica que pode render dor de cabeça ao deputado federal licenciado e secretário estadual de Educação de Santa Catarina, Paulo Bauer (PSDB). A gravação revela, de acordo com matérias assinadas pelo jornalista Eduardo Militão, que Bauer admite ter uma funcionária fantasma e que tentara negociar passagens aéreas de sua cota mesmo depois que deixou o mandato.

GRAMPO II

“A conversa foi gravada em 27 de maio pelo ex-servidor José Cláudio da Silva Antunes, demitido depois de confessar ter vendido créditos de passagens do deputado, embora alegue ter agido a mando do chefe de gabinete de Bauer. Ele trava um diálogo com o parlamentar licenciado para explicar por que efetuou a venda”, informa o Congresso em Foco. O endereço é http://congressoemfoco.ig.com.br/.

GRAMPO III

Conforme a denúncia, o parlamentar também usava “emprestado” o nome de uma mulher como funcionária do seu gabinete, mas o salário ficava com ele. Ouvido pelo Congresso em Foco, Bauer negou as acusações e disse que a gravação não merece crédito. “A gravação foi feita sem que eu conhecesse da sua prática. Não dou crédito a nada nesta gravação porque não sei se ela é completa ou editada”, defende-se.

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Uma Resposta to “FERNANDO ALÉCIO”

  1. natureza Diz:

    Não faltava mais nada além de ter que engolir o Provesi de prefeito de Itajaí… Aí estaríamos definitivamente arrumados.

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