• Postado por Tiago

I.B., 49 anos, tá cansado de tanto gastar com estacionamento em Balneário Camboriú. Mas a gota d’água foi quando teve que pagar R$ 5 no pátio da Havan, depois de ficar apenas seis minutos dentro da loja. I. chegou antes da loja abrir e ficou esperando na porta, só que não contava que o estacionamento seria cobrado desde a hora em que chegou no pátio. “Se soubesse tinha dado uma volta ou mesmo estacionado no rotativo, que é R$ 1,25”, comenta.

Pra ele, a cobrança é uma falta de bom senso por parte da Havan. I. jura que não sabia que a loja só abria às 10h e por isso chegou mais cedo, lá pelas 9h30, no pátio. Quando a loja abriu, ele foi direto comprar uma persiana. A compra era pra um amigo. Como não encontrou a mercadoria pedida, saiu rapidinho.

No estacionamento assustou-se quando quiseram lhe cobrar R$ 5. I. pegou a nota fiscal e pediu pro funcionário escrever a hora que entrou e saiu do estacionamento. Ele não reclama do atendimento do funcionário, mas questiona a cobrança pra quem é cliente. “Em certas coisas têm que ter bom senso”, argumenta.

Revoltado com a situação, I. ainda alfineta que em Balneário Camboriú, se o motorista não fica ligado, acaba pagando R$ 50 por dia só dos estacionamentos.

Não era pra cobrar, diz gerente

Diego Vieira Costa, gerente da Havan em Balneário, estranhou o preço cobrado do cliente pelo estacionamento. “A tolerância é de 15 minutos, e deveria valer a partir do momento em que abre a loja”, afirma.

Ele explica que o estacionamento passou a ser cobrado, por uma firma terceirizada, porque tinha uns folgados que paravam o carango ali pra curtir a praia e deixavam a clientela sem vagas. “Muita gente reclamava”, comenta.

Diego ficou de verificar com os administradores do estacionamento o que rolou no caso do leitor e disse que I. pode procurar os mandachuvas da Havan pra esclarecer a situação.

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