• Postado por Tiago

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Rafael Coelho marcou o gol da vitória

Jogando na base do contra-ataque, o Figueira conseguiu um bom resultado na tarde deste sábado, e bateu a Ponte Preta por 1 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com o gol de Rafael Coelho, marcado na primeira etapa, o time da capital manezinha chegou aos 23 pontos e entrou pro grupo dos quatro melhores da Série B, ajudado pelo Bahia, que derrotou o Vasco, de virada, por 2 a 1.

Já a Macaca, do técnico Pintado, foi pra sétima posição, com 21 pontos, ficando mais distante do grupo que consegue o acesso ao Brasileião. O time campineiro buscará a recuperação amanhã, novamente em casa, contra o Vila Nova. No mesmo dia, o Figueira recebe o Brasiliense em Floripa.

Embora apresentasse maior volume de jogo durante a primeira etapa, a Macaca não conseguiu chutar contra o gol defendido por Wilson. A velha máxima do futebol voltou a se mostrar verdadeira: quem não faz, toma! Num contra-ataque em velocidade, Lucas viu Rafael Coelho fechando pelo meio e tocou para o atacante, que só teve o trabalho de encostar o pé esquerdo na bola para fazer 1 a 0 para o Figueira, aos 36 minutos. Foi o décimo gol do camisa 11 alvinegro, que assumiu a artilharia isolada da Série B.

Logo depois do gol, a Macaca respondeu. Vicente chutou de fora e parou na grande defesa de Wilson. Em nova tentativa do time campineiro, aos 42 minutos, Márcio Mixirica recebeu bom cruzamento na área, mas tocou leve demais, facilitando o trampo do goleiro do Figueira.

No minuto seguinte, num contragolpe veloz, Pacheco bateu e Gilson espalmou para o alto. A sobra ficou com Rafael Coelho, que tocou de cabeça para o gol. O goleiro do time de Campinas agarrou a bola sobre a linha e os jogadores do Figueira comemoraram o gol. A arbitragem nada marcou e mandou o jogo seguir.

No segundo tempo, o Figueira continuou esperando pra dar o bote. Precisando do resultado para não sofrer pressão da torcida, a Macaa partiu para cima.

Em uma dessas poucas oportunidades que teve, o Figueira quase ampliou, novamente com Rafael Coelho. Mas o chute do atacante parou nas mãos do goleiro campineiro.

O time de Campinas dependia demais de Juan. Além de não ter com quem jogar na frente, o meia ainda parou por diversas vezes nas mãos de Gilson.

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