• Postado por Tiago

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Presidente não sabe quando vai arrumar fachada da associação

Uma briga no bar da associação de Moradores dos Espinheiros, em Itajaí, quase acabou em tragédia. Eduardo Pereira, 21 anos, não guentou ver o seu pai sendo xingado por um marmanjo e decidiu acabar com a treta na base do caminhão. O tanso pegou um brutus, enfiou no bar e detonou toda da bodega. A polícia Militar foi chamada e acabou sobrando pra Eduardo e seu pai, Almir Pereira, 52, presos por tentativa de morte. Eita!

A confusão rolou por volta das 23h de quarta-feira, quando tinha uma meia dúzia de gatos pingados no local. Almir e um parente, Jorge Luiz Pereira, 29, resolveram encarar outro morador, que também tava bebendo umas. O pessoal saiu da encaração e foi pra pancadaria.

Enquanto o quebra-pau rolava, Eduardo perdeu a cabeça e embarcou no caminhão da família, placa HQG 5344 (Itajaí), que tava estacionado na rua Joaquim de Souza Medeiros. O maluco não quis nem saber: pisou no acelerador e foi. O doido derrubou a fachada do boteco e por pouco não matou alguém.

Os vizinhos ouviram o barulho e chamaram a polícia. O três parentes foram levados pra 2ª depê junto com o rival. Pai e filho ficaram enjaulados por tentativa de assassinato, enquanto Jorge foi liberado.

Boteco sustentava a associação

O presidente da Associação de Moradores dos Espinheiros, Valmir Pereira Raupp, foi procurado pelo DIARINHO na manhã de ontem e disse que nem tinha ido ao bar pra ver o tamanho do estrago provocado pelo caminhão. Ele contou que o boteco é alugado pra um terceiro por R$ 350 por mês e que a grana é usada pra manter a estrutura. Essa é a única fonte de renda da associação, que não recebe nenhum tostão da prefa.

Valmir diz que o povo do bairro já pensava em reformar a estrutura, mas que ainda vai levar alguns meses pra arrecadar dindim pra arrumar o rombo feito na fachada. Até lá, o presidente não sabe se a birosca vai abrir as portas.

Bar tá virado numa zona

Essa não foi a primeira vez que a família Pereira se meteu em confusão, segundo moradores da rua Joaquim de Souza Medeiros, onde fica a associação. Vizinhos, que não quiseram se identificar, garantem que Almir é alvo constante de provocações da turma que frequenta o boteco e não foi a primeira vez que o tiozinho saiu na porrada com os fanfarrões. Ele já teria até ficado com um braço quebrado na brincadeira.

A vizinhança tá cabreira com a bagunça que virou o boteco da associação, que, segundo eles, era pra servir à comunidade e reclama que as brigas por lá são constantes. O povão diz que até festa rave tá rolando de vez em quando na casa.

O presidente da associação desmente a vizinhança. Valmir diz que não rola festa rave no local e que o bar não é uma bagunça. ?O pessoal do bairro só critica, mas não ajuda em nada. O bar é pra sustentar a associação e não tem muita bagunça, teve uma festa faz dois meses, mas foi só essa?, finaliza.

Eduardo pisou no acelerador e foi…

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