• Postado por Tiago

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Tiaguinho (detalhe) foi orientado por Sidnei, funcionário do posto

O assalto ao Posto Ale da avenida 7 de setembro teve a participação de um frentista, que deu toda a fita pra bandidagem. O crime rolou no dia 13 de outubro, quando os frentistas se preparavam para mais um dia de batente. Os malacabados foram reconhecidos pela vítima, depois que a polícia Civil meteu a pulseira de aço nos trastes. Foram guentados Thiago Passifico de Medeiros, o Tiaguinho, e o frentista Sidnei Caetano, que receberia R$ 1,5 mil por facilitar a ação dos mequetres. Thiago foi pra jaula durante uma operação da polícia Civil que tirou de circulação uma quadrilha especializada em assaltos que vinha agindo na região. Na operação, além dos bandidos, foram guentadas armas de uso exclusivo das forças armadas.

No assalto dois trastes armados que tavam trepados numa cabrita furtada meteram a arma nas fuças do gerente, levaram dois malotes e sumiram. Os bandidos chegaram ao posto por volta das sete horas a bordo de uma motoca azul marinho, placa MBS 3715 (Blumenau), furtada no dia 28 de setembro. Quando um dos frentistas chegou para pegar no batente, viu dois safados dando uma bizoiada na sala do gerente, mas nem desconfiou que os malacos pudessem estar de olho na grana.

Como a porta ainda estava trancada, um dos malacabados disfarçou e entrou na loja de conveniências como se fosse fazer compras. A dupla montou na motoca e contornou o quarteirão, retornando minutos depois pra meter o crime. Assim que chegaram, os bandidos foram calibrar os pneus da cabrita pra não dar na cara que tavam tramando o assalto.

Os bandidos empurraram a porta do escritório, pra que ela não fosse trancada. Achando que era uma brincadeira dos colegas de trampo, o gerente empurrou os malacos, que o jogaram contra um sofá. Com o coitado caído, puxaram a arma e anunciaram o assalto. Um dos frentistas que viu toda a ação começou a berrar pedindo ajuda. A muié que tava no caixa avançou no telefone, mas não deu tempo de chamar os homisdalei antes dos bandidos tomarem Doril. Quando deram no pé, os dois caras de pau ainda olharam para trás e riram do povo do posto.

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