• Postado por Tiago

A apresentação dos bambambãs do Kenpo nas tevês locais e na Marejada deixou muito marmanjo de boca aberta. Na festa do portuguesa e do pescado, então, a cada golpe que Speakman, Alexandre, Rodrigo Inza (Bolívia) e Carlos Wollman (Argentina) aplicavam, a título de demonstração, a plateia fazia um coro de “uis” e “ais”; alguns homens chegavam a se encolher, como zagueiros em cobrança de pênalti.

No feriadão de Nossa Senhora Aparecida, a Cidinha, a escola ficou lotada com os kenpoistas e familiares por conta dos exames de faixa e seminários. No primeiro dia foi a vez dos pequenos, muito elogiados por Jeff Speakman. “Não há diferença de nível entre estes meninos e os que treinam na minha escola nos Estados Unidos”, rasgou seda pra galerinha feliz com as novas faixas.

Nove adultos avançaram um nível, entre eles duas mulheres. Lucilene Henemann, 26 anos, trocou a faixa azul pela verde. “Eu treino em Curitiba, mas nos finais de semana viajo pra Itajaí ou o Alexandre vai treinar uma galera lá”, informou a moçoila.

Um seminário internacional fechou a programação. O evento foi aberto a todos interessados em qualquer prática de defesa pessoal. O gringo lutador mostrou vários pulos do gato pra sair de situações difíceis numa luta de rua. “O Kenpo ensina a pensar e não lutar. Quem sabe pensar, sabe quando e como lutar”, repetiu o número um em artes marciais nos Isteites, de acordo com pesquisas de opinião. O segundo mais lembrado foi Bruce Lee e o Chuck Norris amargou um terceiro lugar.

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