• Postado por Tiago

Cliente teria apanhado de seis brutamontes

A balada da madruga de quinta-feira não deverá sair tão cedo da memória do recepcionista G.S., 21 anos. Ele diz que apanhou de seis seguranças da casa noturna Wood?s. O motivo: teria se recusado a pagar uma conta que não era a sua. O baladeiro tá com medo de ser vítima dos brutamontes dinovo.

O rapaz conta que saía da festa acompanhado de uma amiga quando rolou a treta. Afirma ter bebido R$ 46, mas o total da fatura teria dado 93 contos. Por isso, se recusou a pagar a conta. ?Eu tinha dinheiro, mas quiseram me cobrar aquilo que não consumi?, afirmou.

Com a recusa, os seguranças da balada teriam aparecido ao seu lado e lhe dado uma intima. Depois de bater boca com os brutamontes, G. teria sido arrastado prum depósito nos fundos da casa noturna. Lá, diz que tomou chutes e socos a torto e a direito. ?Fui espancado por seis seguranças. Um deles ainda falava assim: aqui pode bater que não tem câmera?, relembra.

Minutos depois da tortura, teria sido liberado pelos brutamontes pra acertar a fatura. Ferido e com medo, G. passou no caixa, pagou a conta que lhe cobraram e simandou pro hospital Santa Inês pra receber os primeiros socorros. Ficou com machucados na mão, olhos e nas costas. Já registrou uma queixa na polícia e pretende levar a treta pra dona justa. ?Me lembro de dois que eram mais altos e morenos?, disse, sem saber o nome dos seguranças.

Não quis pagar a conta, diz gerente

A gerente do Wood?s na Maravilha do Atlântico, N.M., disse estranhar a história contada pelo rapaz. ?Realmente, teve o caso de um moço que agrediu verbalmente as moças que ficam no caixa e foram chamados os seguranças. Mas ninguém o levou pra lugar nenhum?, garantiu.

Ela nega a versão do cliente de que os brutamontes teriam escolhido o depósito pra sentar-lhe o sarrafo porque o local não tem câmeras. ?Temos câmeras em todos os lugares?, afirmou.

A mulher confirma que a confusão teria rolado por diferenças na conta. ?O rapaz tava embriagado, se recusava a pagar, e dissemos que chamaríamos a polícia. Então ele pagou e foi embora?, relatou.

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