• Postado por Tiago

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Sem papas na língua, Carlos desceu a lenha na barnabezada de Balneário

O jornalista argentino Carlos Eduardo Alhadef tá dizendo que a prefeitura de Balneário Camboriú deu uma alvará em tempo recorde, sem as devidas fiscalizações, pruma mulher que alugou um apartamento seu pra fins residenciais e teria montando uma fabriqueta de confecções. Os barnabés negam a acusação e dizem que o jornalista fez forrobodó na prefa.

Carlos mostrou ao DIARINHO o contrato que fez com a inquilina M.E.C.. Lá, tá escrito que o aluguel é pra fins residenciais. Mas a situação é outra. Diz ele que a mulher entulhou o apartamento de máquinas de costura. Carlos conta que tomou a dianteira e foi nas secretaria de Planejamento Urbano, do Meio Ambiente e da Fazenda pra tentar brecar o alvará. Mas não teve sucesso.

Em sete dias, diz o jornalista, o pessoal da prefa da Maravilha do Atlântico liberou o alvará pra facção. Pra ele, esse é um tempo recorde. Carlos diz que o alvará não poderia ter rolado, porque nenhum barnabé apareceu pra fazer vistoria no seu prédio. Ele relata que quando tava na secretaria da Fazenda, sua inquilina chegou toda bonitona e conseguiu tudo o que queria com um funcionário do setor de alvarás.

Outro motivo que deveria ter barrado a concessão do alvará, ressalta Carlos, é a gambiarra de fios elétricos que M. teria feito no corredor do prédio, além da barulheira provocada pelas máquinas de costura, que incomodam toda vizinhança.

Jornalista xingou barnabés e fez acusações não verdadeiras, diz assessor

Rafael Weiss, assessor de impressa da prefa, diz que o alvará não foi retirado por M., mas pela sócia dela, que é mãe de uma filha de Carlos Eduardo e tá sempre em pé de guerra com ele.

O assessor explicou que pra liberar o alvará um dos documentos exigidos é o contrato de locação ou a escritura do imóvel. E que a sócia de M. levou a escritura do apartamento em seu nome. Rafael garante que a secretaria de Planejamento esteve no apartamento, atestando a viabilidade da atividade no local e que alvará saiu no prazo normal, que é de sete a 15 dias.

Foi malcriado

Rafael acusa o jornalista de ter destratado os funcionários da prefa dizendo tudo quanto foi nome feio pelo telefone. Assim como fez no DIARINHO, Carlos teria acusado o funcionário de estar tendo relacionamento íntimo com a suposta inquilina. O funcionário, diz Rafael, afirma nem conhecer M.

O assessor explicou também que a prefa não pode interferir no problema de Carlos com a locatária ou a mãe de sua filha, porque pra administração pública o que importa são os documentos exigidos pra liberação do alvará. Pra Rafael, se Carlos e as mulheres têm conflitos pessoais por conta do imóvel, devem resolvê-lo na dona justa.

Fios elétricos pelo corredor e barulho acima do permitido também não foram encontrados pelos fiscais da prefa durante a visita ao local, afirmou o assessor.

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