• Postado por Tiago

Um porradaço de moto colocou Ariane Carolina da Cruz, 28 anos, entre a vida e a morte no hospital Marieta Konder Bornhausen. A mulher tá grávida de cinco meses e, segundo os bombeiros, corre risco de perder o bebê. A assessoria de imprensa do hospital não informou o estado do feto e se ele resistiu à pancada sofrida pela mãe. Ariane tava na garupa de uma motoca, que bateu numa caranga no trevo dos Machados, na BR-470, em Navega.

Os bombeiros foram chamados às 3h de ontem, pra atender o porradaço na rodovia. O namorado de Ariane, que não teve o nome divulgado, se perdeu no trevo e bateu numa caranga, perto do quilômetro seis da 470. O piloto teve um corte na cabeça. Já Ariane não teve a mesma sorte e foi levada às pressas pro hospital com fortes dores no quadril.

Os vermelhinhos informaram que ela tava malzona e eles acreditavam que poderia até perder o bebê. Segundo a assessoria de imprensa do hospital Marieta, realmente o estado da moça é grave. A assessoria não informou o estado do feto e se ele resistiu à pancada sofrida pela mãe.

Perigo em duas rodas

Os médicos obstetras não proíbem que mulheres grávidas andem de moto durante a gravidez, mas fazem sérias recomendações para o uso da cabrita. A enfermeira com especialização em obstetria, Daniela Mocelim, conta que quanto mais próximo do nascimento da criança, mais perigoso fica montar numa motoca. Dentre os problemas que podem acontecer em caso de queda ou batida, tão descolamento de placenta e até trabalho de parto prematuro.

“Depende muito de como é a gravidez. Têm mulheres que desde o início apresentam gestação de risco, que precisam ficar repousando. Outras praticam esportes até sete meses. Mas de qualquer forma é mais perigoso andar de moto para uma gestante que para uma pessoa normal”, garante Daniela. A enfermeira explica que nem todo acidente de cabrita leva a mulher a perder o bebê. Depende do balanço, do impacto da batida e até da posição em que a barriguda cai.

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