• Postado por Tiago

Fernando Stringari disse ao DIARINHO que logo que começou a construção, foi pedir uma mãozinha pro cabeleireiro pra fazer o muro de separação dos terrenos. Guedes o teria enrolado, dizendo que não tinha dindim pra ajudar. “Ele tinha condições de fazer isso”, acredita.

Desde que o cabeleireiro foi morar no bairro, acusa Fernando, começou a fazer construções irregulares. Ele dá como exemplo o mundaréu de canos no terreno de Guedes e também o jeito como ele mandava o esgoto pra rua: através de um cano que desembocava em cima de uma boca-de-lobo. “Tava a céu aberto isso aqui. A antiga moradora teve que se mudar por causa dele”, contou.

Irritado com a atitude do vizinho, Fernando construiu o muro sozinho e impediu que o esgoto de Guedes passasse pelo seu terreno.

Sobre dona Dalva, Fernando alega que ela já sofria com as infiltrações antes dele começar as obras. “É culpa do Guedes, é só perguntar pros outros moradores”, concluiu.

Opinião da engenheira

Denise da Silva, engenheira química da Famai, explicou que os técnicos da fundação fizeram um ‘laudo de constatação’ e entregaram aos dois vizinhos briguentos. Agora, diz Denise, eles devem levar a peleia pra justiça pra ver quem tá certo. Na opinião da engenheira da Famai, quem está errado na história é o cabeleireiro Guedes. Ela também acha que dona Dalva é a que mais sofre com o esgoto sem destino.

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