• Postado por Tiago

Já deixou o centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital Santa Inês o adolescente de 17 anos que comeu um bombom envenenado sexta-feira em Camboriú. Pelas informações repassadas pela equipe de investigação da puliça, o dimenor não corre risco de morte. A polícia civil trampa agora pra identificar quem botou veneno dentro do doce e deu pro guri comer.

C., que não teve o nome divulgado, foi internado em estado grave no dia 16 de outubro. Ele teve um piripaque depois de comer um bombom recheado com chumbinho, que é daqueles venenos pra matar rato. Foi medicado, passou por uma desintoxicação e ficou internado na CTI do hospital.

A delegada Ruth Henn já abriu um inquérito pela tentativa de assassinato e investiga quem deu o doce maldito à vítima. A dotôra esteve no hospital no dia 20, bateu um papo com o moleque, descobriu que ele não tinha nenhum desafeto e não tinha se envolvido em briga nos últimos tempos. A delegada explicou que o gurizão estuda e não é metido com a bandidagem.

O doce foi endereçado pro coitado e deixado na porta da casa onde mora com a família. A análise preliminar apontou que o bombom estava recheado com chumbinho, o que quase matou o gurizote.

Tem mais

Essa não foi a primeira vez que a bandidagem da capital da pedra tenta mandar um desafeto comer capim pela raiz usando veneno. Em novembro de 2006, Ilsa Jussara Cáceres, Edinéia Lunelli e um dimenor foram internados depois de comer bombons envenenados em Camboriú. Os doces foram entregues por um “admirador secreto da Ilsa”. Antes de comer, o pessoal pensou na possibilidade dos doces serem obra de macumba e até rezaram, mas o treco tava tão bonito que não resistiram e caíram de boca na comida.

Em 2007, Angela Renata Poltronieri foi detida acusada de envenenar a própria filha que tinha seis anos na época. Ela teria praticado o crime pra sivingar do marido que tinha pedido a separação na época. A criança foi internada e siscapou com vida.

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