• Postado por Tiago

“Desrespeito 1 – Alunos murcham pneu de viatura policial:
No mesmo momento em que os seguranças evitavam um problema maior entre o secretário de Planejamento e Articulação de Balneário e o colunista de um jornal, que trocaram farpas nos corredores da câmara de Vereadores, a gurizada do boné redondo e virado para atrás voltou a aterrorizar a Maravilha do Atlântico. Na tarde de quinta-feira da semana passada, um policial militar que fazia a segurança do ginásio municipal de Balneário Camboriú, onde estavam sendo realizadas as partidas dos jogos de vôlei dos jogos estudantis, ficou sem viatura. Detalhe. Foram os próprios alunos de uma das escolas participantes que murcharam os pneus do carro. Sozinho no local, o fardado saiu atrás dos responsáveis, mas ninguém foi encontrado. Testemunhas informaram que os infratores cometeram o ato como forma de retaliação ao policial que é responsável por rondas diárias em colégios da região.
Desrepeito 2 – Suposto policial agredido perto de posto policial:
Presenciei um fato absurdo na semana passada, isto porque a prefeitura quer transformar os quiosques em banheiros e deixar a beira-mar de Balneário Camboriú sem vida e sem segurança aos turistas e transeuntes. Por volta das 4h da manhã do último domingo, dois homens e um suposto policial civil foram espancados ao lado de um quiosque em frente ao Open Bar (lembrando que os proprietários do local não têm nada a ver com o incidente e os agressores não frequentam o estabelecimento). O local serve de ponto de encontro entre amigos de várias tribos após o encerramento dos eventos organizados pelos donos, a pouco metros do posto policial da praça Tamandaré, na avenida Atlântica, que está em reforma, pela turma de boné em forma de ovo. Tudo começou do nada, quando sete jovens cruzaram a rua e espancaram dois homens. Poucos minutos após o ocorrido, um suposto policial parou no local para levar a esposa ao banheiro do quiosque. Indignado com a situação, ele foi falar com os malacos e acabou brutalmente espancado após se identificar como homem da lei. Mesmo caindo ao chão todo ensaguentado, os agressores continuavam a agredí-lo com socos e pontapés. Um deles usava uma espécie de soco inglês.
Um dos membros da gangue ameaçava sacar uma faca da cintura para esfaqueá-lo, outro esboçou agredí-lo com uma cadeira do quiosque. A agressão foi interrompida depois que a mulher da vítima saiu do banheiro. A vítima teve o nariz fraturado e várias lesões pelo corpo. Os agressores saíram lentamente, enquanto a viatura policial chegava ao local. Ninguém foi preso.
Nenhum dos amigos dos agressores que se encontravam aglomerados em frente ao bar ingerindo bebidas alcoólicas foi abordado, interrrogado ou revistado. No meio da rodinha de amigos, momentos antes das agressões, um componente do grupo dizia que iria pegar um revólver e voltaria ao local.

Ass: Douglas Torraca

(Transcrito ipsis litteris)

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