• Postado por Tiago

A aposentada M.O.T., 66 anos, tá revoltada com o atendimento no supermercado Big de Balneário Camboriú. Ela diz que, apesar do movimento de final de ano na city, alguns caixas do mercadão ficam fechados durante o dia e o povão precisa ter paciência pra poder pagar pelas compras. “Nem a fila pros idosos anda. Isso é uma falta de respeito”, lasca.

A idosa conta que na sexta-feira da semana passada perdeu as contas de quanto tempo esperou em pé pra ser atendida. “A fila do caixa especial e aquela pra quem tem poucas compras já tava dentro do setor de informática. Fora que não tem como passar entre os caixas e os corredores, porque fica tudo tomado por gente que tá esperando pra ser atendido”, relata a velhinha.

Injuriada, dona M. diz que chegou a procurar o gerente, mas acabou chupando o dedo. “Esperei e ele não me atendeu. Não se consegue falar com ele”, reclama. Ela acha que os chefões do supermercado deveriam repensar a forma como organizam os atendimentos pro povão poder pagar suas compras. “Não tem caixa suficiente, principalmente pros idosos. Eles têm que lembrar que metade da população de Balneário é idosa”, alerta.

Falta gente pra trampar

A assessora de comunicação do grupo Wallmart, do qual o Big faz parte, Tathiana Bueno, disse que, nesta semana, o mercado já tá funcionando com todos os caixas. “São 40 no total”, contou. Ela lembrou que as filas ficam grandes porque, além das compras, muita gente usa os caixas pra outros serviços, como pagar as contas de água e luz.

Tathiana garantiu que o Big de Balneário tá fazendo o que pode pra dar conta do movimento nesta época, quando a turistada toma conta das ruas e do comércio. Mas diz que a rede tá tendo dificuldade em contratar o pessoal pra trampar. “Em Balneário Camboriú temos 60 vagas em aberto. Foi preciso trazer gente de Curitiba pra trabalhar”, contou.

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