• Postado por Tiago

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Promotora pode abrir oferecer denúncia contra o prefeito

A assombração do doador fantasma volta a pairar sobre a cabeça do prefeito de Balneário Camboriú, Edson Periquito (PMDB). A polícia federal encerrou o inquérito solicitado pelo Ministério Público a respeito do principal doador de campanha do prefeito-ave e Cláudio Dalvesco. O documento já tá na mão da promotora eleitoral Cláudia Mara Nolli, que já confirmou que o doador endinheirado não foi encontrado.

O delegado chefe da PF do Itajaí, José Dinart, acredita que o trampo dos puliças tá encerrado. Afirma que a papelada tá completa e que os federas cumpriram todas as solicitações. ?A não ser que o Ministério Público entenda que necessite fazer alguma prova complementar?, explicou. Apesar da demora pra conclusão do inquérito, o dotô garante que o trabalho da polícia foi realizado dentro do prazo, que era de 180 dias.

A dotôra Mara Nolli faz boquinha de siri e não conta muitos detalhes do que consta no processo que corre em segredo de justiça. Afirma que recebeu a papelada ontem e deverá analisar tudo até semana que vem. Mas já adiantou que o documento comprova que o doador fantasma, Waldemar Luiz Correa, não foi encontrado. ?Não. Fisicamente ele não foi encontrado?, confessou.

Além disso, a promotora contou que uma outra pessoa indicada como doadora, que não teve identidade revelada, ainda não confirmou a doação da bufunfa. Depois de bizolhar o inquérito, a promotora poderá arquivar o caso, oferecer denúncias e abrir um processo criminal ou solicitar novas diligências. Vale lembrar que processo criminal é aquele que manda salafrários pra trás grades. Já o processo eleitoral é aquele que pede a cassação de um mandato.

O caso

O nome de Waldemar apareceu na vida de Periquito numa doação de R$ 200 mil. O presentão apareceu dias antes das eleições e corresponde a 38% do que foi gasto pelo candidato-ave. Os bisbilhoteiros de plantão foram fuçar nas doações e descobriram que Waldemar pode ser fantasminha camarada. Até o número da identidade apresentada como sendo dele é falso. A oposição aproveitou o embalo e entrou com uma ação pra tentar derrubar Periquito.

Enquanto o processo rola, a defesa de Periquito apresentou um homem chamado Rubens Santan, que teria depositado a bufunfa no nome de Waldemar.

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