• Postado por Tiago

O inquérito que investiga irregularidades por parte das irmãzinhas da ordem do Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, que respondem pela administração do hospital Marieta Konder Bornhausen, emperrou. O delegado responsável, Pedro Renato Borges Mendonça, explicou que a papelada foi parar na Procuradoria da República e assim que retornar, os depoimentos e as audiências serão retomados. “Geralmente, o prazo é de duas semanas, mas pode variar”, completou. O Marieta tá sendo investigado no inquérito iniciado em 2005, a pedido do ministério público federal, pra apurar denúncias de compra irregular de material cirúrgico e desvio de verbas do SUS. Quem formulou a denúncia, no começo de 2005, foi o vereador Laudelino Lamim (PMDB), que teria descoberto irregularidades nos contratos de compra de materiais usados em cirurgias ortopédicas. Na época, Lamim pediu o afastamento das irmãzinhas da administração do hospital por corrupção ativa.

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