• 29 jun 2009
  • Postado por Tiago

Ou cala ou consente

Tá feia a coisa pras excelências excelentíssimas. Ou deixam de passar a mão na cabeça um do outro, ou em 2012 podem ir pensando em deixar as estofadinhas cadeiras e tocar a vida de outra forma. Primeiro, é o caso do vereador Marcelo Werner (PCdoB), que acredito ter as melhores intenções do mundo, mas pecou feio em se manter na empresa de sua família que presta serviços para o município.

Mais cagada

Agora, é a baita cagada do vereador Clayton Batschauer (PR), que confessou junto com o superintendente da Fundação Cultural de Itajaí, que botou a mão em R$ 45 mil para custear um show gospel da galega bonitona Cristina Mel. Onde já se viu vereador ter negócios com o município? Só em Itajaí…

Coisa de linguarudo

É esperado que os parlamentares do ex-aquário peixeiro não se fechem em copas, e fiquem na historinha de que escutaram boatos, de que não sabiam, de que tem que vir alguém e denunciar. Essa palhaçada de fazer de conta que não é comigo é corporativismo e não dá pra engolir. Ou será que os vereadores capitaneados pelo gorducho Luiz Carlos Pissetti (DEM), sisqueceram que, além de legislar, tem que fiscalizar o executivo? E quem fiscaliza os vereadores?

Relações espúrias

O que tem se visto são relações espúrias, vergonhosas, nefastas, que deixam corados, envergonhados os eleitores de Itajaí. Já não basta o toma lá da cá do PMDB, que de oposição se deitou na cama do governo e hoje é Jandir Bellini (PP), desde criancinha? Agora, tem dois vereadores cagando em cima dos votos. Até quando senhores e senhora vereadora?

Governo, aonde?

É de se perguntar aonde anda o secretário de Assuntos Institucionais, Rogério Nassif Ribas (PP), que não dá jeito nessa vergonheira e explica para nossos heróis que tem que parar de bulir com a coisa pública. Ah, é tudo fofoca. É boato. Então tá!

Trapalhão?

O Agê Pinheiro pode ser um talentoso artista, mas fazer uma burrada dessas, passível de levar na espinha, e de colocar no lombo do prefeito um processo de improbidade administrativa…

Ai, Jisus!

E, depois, é de se assinalar que nem o todo poderoso chefão dos pastores, Edson Lapa, concordou com a inhanha do tal show, que de 28 mil teria custado 45 mil pros cofres públicos. Ou seja, nem a crentalhada concordou com tal absurdo. É uma lambança atrás da outra. Ai, ai, ai que dor!

Lutador

Todos os louros e todas as glórias ao batalhador secretário da pesca de Itajaí, Aguinaldo dos Santos. Além de realizar a 3ª Conferência da Pesca, e organizar a loucura que foi a recepção do presidente Lula a Itajaí pra sagração do Ministério da Pesca, ainda se estrebuchou para que a Festa do Peixe acontecesse com brilhantismo.

Lá na Marejada

O único senão é que deveriam ter feito na Marejada. Afinal, não é uma festa popular? Pro povão encher o bucho de tainha? Ali ao lado do Sodegaura ficou espremido. E, apesar do sucesso, quem queria botar o bagão nas barracas, chegava num ponto que não avançava meio metro. Um sujeito pançudo, igual a este socadinho escriba, então…

Enchendo a buchada

Contudo, volto a explanar que a comilança de escamosos foi um baita sucesso. Este temente ao Altíssimo e a patroa saborearam uma tainha, com um feijão branco e um pirão na barraca da secretária de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda, capitaneada pela Rogéria Gregório e o Onézio. Coisa de doido…

Bala perdida

O tiro que acabou acertando o professor e desenhista Miro Souza, no São Viça, mostra que a coisa tá pra lá de feia. E que o aparato de segurança tem que ser mais cuidadoso. Afinal, na noite que mataram um bandido, sua caminhonete estava sendo perseguida por umas 10 viaturas e os policiais atiravam à vontade, num local de trânsito e fluxo intenso de pessoas. Se continuar assim, vai morrer muita gente inocente…

Garopa envenenada

Tem muito comerciante de Itajaí que não está mais aceitando notas de cem reais. Tudo porque tem uma safra de garopas despejadas na cidade que estão bichadas. São mais falsas que nota de 3 reais…

Gororoba do JC

A Gororoba do JC, que marca os cinco anos da coluna e os 30 anos de ‘janela’ do nosso DIARINHO de todos os dias, promete ser a festa do ano da política estadual. É bom lembrar que a camiseta por adesão custa a facada de 35 mangos e que tem um número x de camisas. Quem demorar… Maiores informações no fone 8842-9084 ou na choupana, na rua Francisco de Paula Seara, 192, Dom Bosco.

Laurinho vem aí

A pedido do diretório estadual do PR e dos diretórios da região, o presidente de honra da sigla, em Barra Velha, Lauro Loyola, o Laurinho, deve concorrer na disputa pela vaga de deputado federal nas eleições do ano que vem.

Tá no sangue

O nome de Laurinho surgiu numa reunião onde estavam o vereador Carlos Alberto da Silva, o Tinho, e também Douglas da Costa, além de Cláudio Alves e demais integrantes republicanos. Segundo Douglas, o nome de Laurinho surgiu naturalmente. Seu pai foi seis vezes deputado federal e o irmão senador da república.

Não foi assim

O ex-secretário da Criança e do Adolescente, Raciel Gonçalves, confirma que chamou uma vez a Cida Cascaes, e lhe cientificou que não podia aceitar a prestação de contas por causa de irregularidades nas contas do abrigo Luz do Amanhã. “Visíveis até para um leigo”, caceteia.

Será que será?

Aparentemente, a questão Abrigo Luz do Amanhã será resolvida no dia de hoje. O que não pode de jeito e maneira é ficar esse cabo de guerra, onde quem acaba pagando o pato são as crianças que necessitam de toda a atenção e tratamento. Outras questões devem ser resolvidas de outra maneira.

Passam longe…

O ex-gorducho prefeito Albert Stadler, o Currú de Porto Belo, está correndo atrás do alfandegamento pra que os baitas navios que trazem os turistas abonados dêem uma chegadinha no município, porque ficou sabendo que este ano a cidade não vai receber 105 mil turistas dos baitas transatlânticos. Estes latões aquáticos vêm da região da Argentina e não atracam em Porto Belo e nem Itajaí. Se carcam pra Santos. Todos perdem…

Socorro! Socorro!

Hoje, do outro lado da vala, acontece uma audiência pública para tratar da questão da segurança em Navega-City. Os abobrões e sabichões devem marcar presença. É claro que todo tipo de evento que visa discutir a problemática da segurança é válido. O grande problema é que, muitas vezes, fica apenas no blábláblá.

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