• 04 nov 2009
  • Postado por Tiago

Alívio no paço

A alegria e o alívio eram visíveis nos altos da Dinamarca, com a absolvição do homem-pássaro, prefeito Edson Periquito (PMDB). O juiz eleitoral Roque Ceirutti rejeitou as acusações que pesavam sobre as asas do alcaide. Os puxas de plantão garantem que a partir de agora começa o governo de Periquito.

Poleiro sem peso…

Com isso se dissipa a figura do doador fantasma que doou 200 mil para a campanha do prefeito ave? Não se sabe ainda se os autores da ação vão entrar com um recurso contra a decisão do magistrado. O que se sabe é que Periquito, ontem, tava com a boca esgarçada e não sofreu nenhum baque no seu coração…

Num é assim

De olho nas mal-traçadas linhas desta coluna, o atucanado vice-governador Leonel Pavan (PSDB) comenta não ser verdade que nunca teria espichado pedido ou apontado obras e recursos para a região de Bombinhas, onde veraneia (na sua bela mansão).

Tá cuidando!

Além de espirrar recursos e convênios diversos do governo para a região, aponta as obras do segundo acesso entre Porto Belo e Bombinhas, que está em fase de licitação, como um dos principais objetivos de seu governo, ainda mais depois de assumir, em janeiro próximo.

Trânsito medonho

A obra do segundo acesso, que já tem o nome de rodovia turística, pode iniciar em breve, depois de resolvido o plano Básico Ambiental (PBA). É um projeto arrojado, que acaba com um problema sério de trânsito e respeita as leis ambientais, afirma Pavan.

Baita grana

A rodovia vai custar R$ 43 milhões, sendo R$ 20 milhões do ministério do Turismo, do projeto programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur/Sul). O restante com recursos do fundo de Turismo (Funturismo). Após ser licitado, o prazo para execução da obra é de dois anos.

Quem não gostcha?

Por falar em Pavan, em entrevista a Elaine Maiesck, na rádio Transamérica 99 FM, ele diz que “não poderia ser diferente” a reação do prefeito Edson Periquito (PMDB), que afirmou que aceita e aplaude o projeto para que o Estado construa o novo centro de eventos e feiras da Santur.

Só alegria!

“É claro, a cidade vai ganhar um presente do Estado e que custará cerca de R$ 30 milhões. Quem não gostaria?”, lascou o emplumado-mor. Observando que será necessária a participação da prefa, na liberação de alvarás, estudo de adequação ao Plano Diretor e o papelório, uma vez que a área pertence ao estado, mas tá dentro do município.

Acertando…

O município de Itajaí tá abrindo concorrência pública para explorar a lanchonete dos ginásios Gabriel João Collares e Ivo Silveira. Além disso, faz licitação para ocupação onerosa dos boxes do mercado público de Itajaí. Tá correto. Tá na hora de acertar.

…e errado…

Mas não se coça para definir a questão do estádio do Marcílio Dias e da praça Arno Bauer, no centro, onde se localiza o camelódromo. São próprios municipais que nem as excelências excelentíssimas e muito menos o prefeito de plantão Jandir Bellini (PP) se mexem pra resolver. Todos estariam prevaricando?

Parece Dias Gomes…

O Zé Bellini, ops!, Zé da Codetran, anda com a língua espichada. Ontem, ao explicar que não esperava o grande fluxo de banhistas para Cabeçudas e praias adjacentes, lascou que o pessoal não estava mais indo às praias e com o calor desembestaram: “Não sei se queriam se queimar ou lavar a bunda!”. Eita, Zé!

Reforma ou puxadinho?

O próprio Zé admite que na tal reforma (que não seja puxadinho!) do patrão JB ele pode deixar o cargo. O que não seria prudente. Afinal, Zé tem se estrebuchado e, hoje, a Codetran é maior que muita secretaria pelaí, onde o abobrão fica coçando a trolha e esperando o faz-me-rir do fim do mês…

Se coçaram

Depois que o carecão Evandro Argenton (PSDB) começou a pegar no pé da empresa das bagaças que faz o transporte no nosso valão maior, o Itajaí-açu, que só enche as burras e nada faz de social pelo povaréu, a empresa estaria correndo atrás oferecendo ajuda para entidades. Só essa parte já valeu.

Tudo igual

Outro pedido que Argenton pretende lascar na dona justa é para que haja equiparação de tarifas com outras travessias país afora. Em Guaratuba se paga, por veículo, cinco pilas por uma travessia de ferrolho, realmente turística e de vários minutos. Aqui é aquela roubalheira de seis pilas.

Dia de São Nunca?

E, depois, o que se quer é que o povo tenha uma tarifa mais digna. Que não seja explorado como vem sendo todos estes anos. Já faz anos que essa novela do ferri-bote agonia a todos e nada, nada, nada acontece. Tem quem diga que a solução é a ponte que partiu ou o túnel que sumiu. Quando vai se tornar realidade?

Vergonhoso!

As cenas de tortura contra presos na Santa & Calorenta Catarina – que foram veiculadas no Fantástico, chocam, mas não é nenhuma novidade. Afinal, sabe-se que a tortura acontece. Aqui mesmo em Itajaí, há algum tempo, na 1ª DP, no centro da cidade, tinha uma salinha de entrega dos presos, onde o cara já descia da viatura apanhando.

Defender a lei

Não quero que o preso seja tratado a pão de ló. O que defendo é que, se o sujeito está sob a guarda do Estado, sua integridade física seja respeitada. E, na sala da tortura, o pau pegava. De graça. E pensar que na época tinha delegado, como o Carlos Dirceu, que afirmava que não via nada. Ainda bem que foi embora…

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  • Categorias: JC

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