• Postado por Tiago

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Juarez Silveira era vereador na época e foi cassado por suspeita de ser o chefão da quadrilha

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, começa nesta quarta-feira a julgar o caso Moeda Verde. Há dois anos, a capital da Santa & Bela foi sacudida pela investigação da polícia Federal que indiciou 54 pessoas entre políticos, empresários e funcionários públicos.

De acordo com a delegada Júlia Vergara, que comandou as investigações, a quadrilha conseguia autorizações pra que grandes empreendimentos fossem construídos em áreas de preservação. Tudo regado a muitos presentinhos, troca de favores e dinheiro vivo.

O grupão foi indiciado por crimes contra o meio ambiente e o patrimônio, formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva, prevaricação, crimes do sistema nacional de armas, tráfico de influência e corrupção ativa.

Na lista dos indiciados tava o prefeito Dário Berger (PMDB) e, por conta dele, o julgamento do caso tá enrolado. Em janeiro do ano passado, o desembargador Luiz Fernando Penteado suspendeu, provisoriamente, o indiciamento do prefeito da capital.

O caso Moeda Verde tá sob a responsa do desembargador federal Luiz Fernando Wowk Penteado, que não foi localizado pra falar sobre o assunto. A papelada encaminhada pela PF manezinha reúne quase 750 páginas. Todos os envolvidos no esquemão negam as acusações, apesar de escutas telefônicas feitas com autorização da justiça indicarem o contrário.

Entre os que se arrombaram com a investigação da PF tão Marcílio Ávila e Juarez Silveira. Os dois eram vereadores e foram cassados. Mesmo tendo conseguido recuperar, via justiça, os cargos, os dois preferiram não continuar na vida pública.

Os funcionários públicos envolvidos na suposta maracutaia foram afastados temporariamente dos cargos e os secretários e ocupantes de cargos comissionados na prefa de Floripa e na Fatma foram pro olho da rua.

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