• Postado por Tiago

INTERNA-POLÍCIA--CINCO-ABRE-Apreensões.

Além das joias, muitas máquinas fotográficas digitais e celulares chiquetosos

Os tiras da Diretoria de Investigações Criminais apreenderam três malas recheadas de joias avaliadas em R$ 10 milhões com a quadrilha de ladrões especializada em furtar apartamentos de luxo. A puliça acredita que muitos badulaques são de vítimas da capital manezinha que terão que reconhecer os seus pertences na sede da Deic.

A quadrilha foi presa quinta-feira em duas cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais pelos tiras da Deic catarina, com apoio da polícia paulista. Os furtos rolaram no dia 19 de abril. A investigação foi coordenada pelo delegado Renato Hendges.

Raul Pacheco Arruda Júnior, 34 anos, Gardene Jardim Caíres, 39, José Valdo Sander Pereira, 42, Wilma Jardim Caíres, 34, e Letícia Jardim Araújo, 18, se negaram a dar explicações à polícia sobre a origem da bagulhada. Os tiras confiscaram os trecos e trouxeram tudo dentro de três malas.

Durante esta semana, os donos de apês de luxo de Floripa que foram invadidos, terão que dar um pulo na sede da Deic pra reconhecer as joias. A polícia acredita que muitas peças possam ter sido surrupiadas também de apartamentos grãfinos de Sampa.

Os tiras descobriram que a trupe invadiu o apartamento de dois ricaços da Capital. Raul, Gardene, José Valdo e Wilma já tão com a prisão temporária decretada por 30 dias. Na semana que vem, os homisdalei vão pedir a preventiva, aquela por tempo indeterminado. A mulherada já foi levada pro cadeião feminino da capital e os homens foram transferidos pro presídio de São Pedro de Alcântara.

Gardene tem sete mandados no lombo pelo mesmo crime. Raul já caiu pela treta na capital paulista e Letícia já teve enjaulada em Sorocaba. A polícia acredita que tem mais gente envolvida nos assaltos. Pelo que os tiras levantaram, o outro cara pode ser um laranja que teve o documento usado pra compra de um telefone. Esse seria um paulista que ainda tá sendo investigado.

Relembre

A quadrilha foi presa sexta-feira em Jundiaí/SP e Montes Claros/MG. A trupe é acusada de agir no Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Pelo apontado na investigação, eles usavam chaves mixas, grampos e chaves de fenda pra entrar nos prédios. O trampo dos caras era levantar o que os apês escondiam de valor. Já a mulherada tinha a função de chegar lá bonitona, entrar na buena e fazer a limpa sem levantar suspeita.

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