• Postado por Tiago

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Do futebol ao Carnaval

Em 1979, a torcida delirava com a habilidade de Falcão nos gramados brasileiros. Na mesma época, o futebol de Itajaí ganhava o seu fenômeno. Laerte Arlindo Matos, o Leleco, era na década de 70 o astro do Clube Náutico Marcílio Dias. ?Eu fiz parte das grandes campanhas do Marcílio. Na maioria dos jogos em casa, o estádio estava lotado?, relembra o antigo dono da camisa número 7 do Marinheiro.

Leleco jogava como ponta-direita. Sua carreira no Marcílio começou aos 19 anos e terminou aos 24, por graves lesões nos joelhos. ?Eu driblava muito bem e com isso era violentamente perseguido. Fiz ao todo seis cirurgias?, conta.

O Marinheiro foi a casa de Leleco de 1979 até 1982. Depois disso, passou pelo Clube 15 de Piracicaba e pelo Criciúma. Mas o sangue peixeiro falou mais alto e em 1984 o ponta-direita voltou à cidade natal, onde se aposentou no futebol. ?Eu era muito reconhecido pela minha habilidade. Ganhava bem e sempre tinha carro luva nova?, lembra Leleco, dizendo que, por conta da fama, também era perseguido pelas maria-chuteiras.

Do futebol, o ex-jogador guarda boas lembranças, mas revela que não sente saudades. ?Sinto muito pouco pelas coisas que já aconteceram. Os momentos que vivi foram muito intensos, marcantes?, afirma.

Do futebol ao Carnaval

A paixão pelo futebol agora é do Carnaval. Há seis meses ele foi empossado presidente da escola de samba Unidos da Coloninha, de Florianópolis. ?Nós vamos homenagear a África. Serão ao todo mais de três mil componentes?, diz, revelando o enredo de 2010.

O astro marcilista, que se mantém torcedor do Marinheiro, mora em Floripa com a segunda esposa. Leleco é pai de três filhos e trabalha como representante comercial.

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