• Postado por Tiago

Reinaldo Bruske, que é proprietário de um depósito de madeira, diz que tá passando o maior perrengue por culpa do despachante Gil. O empresário, que mora em Itajaí, teve a motoca apreendida por estar sem os documentos regularizados, mesmo tendo pago pro despachante fazer o licenciamento da cabrita. Como não podia ficar com a moto parada, Reinaldo acabou no prejuízo. “Agora pra eu resgatar a moto preciso dos documentos, que nem foram feitos ainda”, reclama.

O peixeiro afirma que pagou R$ 180 em setembro pra ficar com tudo em dia e até agora nem sinal dos documentos. “Eu estive lá esses dias e me disseram que eu tenho que pagar novamente e quando eles estiverem numa situação melhor irão ressarcir o dinheiro”, relatou, indignado.

Reinaldo também mandou fazer no despachante Gil os documentos de sua caminhonete. Foram investidos ao todo mais de R$ 1,5 mil. Grana essa que o peixeiro teve que desembolsar duas vezes. “Eu paguei pra outro despachante o mesmo valor pra refazerem o serviço. Não posso ficar sem o carro. E agora não sei quando vou ter o meu dinheiro de volta por parte do despachante Gil”, desabafa.

A gerência do despachante Gil não atendeu as duas ligações feita pela reportagem do DIARINHO sob pretexto de que estaria atendendo clientes.

Inquérito continua

Max Magno Vieira, corregedor do Detran, disse ao DIARINHO que o inquérito sobre o caso do despachante que aplicou golpes na clientela tá a todo vapor. “Nós estamos juntando a documentação pra depois ouvir as testemunhas”, afirma.

Max informa que o despachante já foi notificado e prestou esclarecimentos sobre o caso. O dono do estabelecimento vai responder a um processo administrativo por descumprir a lei. “Ele alienou o despachante e isso não pode acontecer, já que o credenciamento junto ao Detran foi feito no nome do Gil. Foi um ato ilegal”, explica.

A orientação pra quem se sentir lesado é registrar um boletim de ocorrência e também procurar a Procon pra formalizar o reclamo.

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