• Postado por Tiago

O delegado Luís Carlos Huffe já tem pistas do que motivou o assassinato de Sidnei Gonçalves dos Santos, 23 anos, encontrado morto na terça-feira, em Porto Belo. Embora estivesse com o rosto desfigurado, o rapaz foi identificado na manhã de quinta-feira.

Com a identificação, o dotô trabalha com a hipótese que o garotão foi morto pra dar fim numas broncas do tráfico de drogas, já que era chegado numa pedra do capeta.

A suspeita do delegado surgiu depois que ele bateu um papo com o padrasto de Sidnei, que não teve o nome divulgado. O cara contou que a vítima não aparecia em casa fazia um tempão.

Eles moravam no bairro Perequê, mas o rapaz vivia pelaí, pela rua. Ele seria usuário de crack e estava envolvido até o último fio de cabelo com os traficantes da região.

Com as evidências, dotô Huffe acredita que o rapaz teve o seu destino definido num acerto de contas do mundo do tráfico. “Pela investigação que fizemos, é possível até que ele (Sidnei) estivesse traficando”, disse. A vítima tinha a ficha suja na depê por meter umas porradas na amada. Ele também era bem conhecido por andar acompanhado dos viciadinhos da terra.

Sangue

Pro delegado, está descartada a possibilidade do corpo de Sidnei ter sido desovado às margens de uma rodovia estadual. Pela poça de sangue encontrada ao lado do defunto, tudo indica que Sidnei foi assassinado onde foi encontrado pelo povão.

Apesar das evidências, a polícia civil ainda não tem suspeito pro crime. “Nós não sabemos ainda, porque ele (Sidnei) foi visto caminhando com outro elemento que sequer temos a descrição”, conta.

O padrasto de Sidnei reconheceu o enteado nas primeiras horas da manhã de quinta-feira. Ele resolveu procurar o Instituto Médico Legal (IML) de Balneário Camboriú depois de ler a notícia no jornal e ouvir o povão comentando que um rapaz sem identificação tinha sido assassinado a golpes de pedra na estrada geral de Santa Luzia.

Relembre

Na terça-feira a comunidade da SC-412 encontrou o corpo do desconhecido caído em meio a uma poça de sangue. Ele estava com o rosto desfigurado e ao lado tinha uma pedrona com marcas de sangue. O corpo estava sem identificação e ficou guardado na geladeira do IML. Moradores da região chegaram a dizer que o corpo era de um bandidinho que tava fazendo alguns furtos na área. A confusão só foi resolvida com a identificação do corpo feita pelo parente.

  •  

Deixe uma Resposta