• Postado por Tiago

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Alessandro recebeu a visita da morte em casa de um amigo

A noite de terça-feira terminou sangrenta em Itajaí. Alessandro Amâncio Batista, 26 anos, foi executado com 14 balaços no meio da rua, no Promorar. O coitado foi morto na frente da baia de um amigo, por dois desalmados que tavam em uma motoca. As marcas de bala ficaram em todas as parte dos corpo de Alessandro. Depois da crueldade, os trastes deitaram o cabelo.

Os tiras da central de Operações Policiais (COP) acreditam que Alessandro foi morto por engano. O cara tava na baia do dimenor conhecido por Leandrinho, e que é suspeito de participar de um duplo assassinato em agosto passado. A polícia suspeita que os mequetrefes apareceram armados na frente da casa pra mandar Leandrinho pro além por vingança, mas se confundiram e atiraram no cara errado. Alessandro também não era flor que se cheire e tinha passagem por assassinato e tráfico de drogas, além de recém ter saído do cadeião. Leandrinho não tava na baia e siscapou de comer capim pela raiz.

Passava das 23h quando a vizinhança da rua Roberto Manoel Tomáz ouviu a saraivada de tiro que acaou com o silêncio da rua. Quando o povão saiu de casa pra ver o que tinha acontecido, Alessandro tava todo furado e estirado no chão em meio a uma poça de sangue. Os bombeiros foram chamados pra socorrer o rapaz, mas quando chegaram ao local era tarde demais. A polícia militar também pintou pra ver se achava os matadores, mas os safados deitaram o cabelo trepado numa motoca.

O delegado da COP, Rui Garcia, conta que uma troca de nomes pode ter ocasionado o engano. ?Temos informações que os assassinos chegaram à casa e pediram pra falar com o Lê. Alessandro achou que era com ele, foi à rua e tomou os tiros?, explica.

Rede de vingança

A investigação da polícia aponta que os safados queriam vingar a morte de Maicon Aurélio Pedroso Maia, 17, o Calcinha, e Lucas Willian Costa, 18. Os amigos foram mandados pro além em uma baia nos Cordeiros, no final de agosto. Na ocasião, quatro homens encapuzados entraram na casa que as vítimas dividiam, mandaram a dupla a se ajoelhar e executaram os gurizões com três balaços na cabeça. Uma semana antes Calcinha tinha matado Ari de Souza, 33, em uma briga de bar no bairro e por isso pagou com a vida.

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