• Postado por Tiago

Corpo foi encontrado no pátio de uma baiuca na rua Américo Meinicke

Alexandre Teixeira, 28 anos, foi executado no começo da manhã de ontem, em Itajaí, com 14 tirombaços de pistola calibre 380. O corpo foi encontrado pela puliça militar por volta das 6h, jogado no pátio de uma baiuca, na rua Américo Meinicke, nos Cordeiros.

O malaco tava sendo investigado por ser o matador do ex-chefão do cadeião peixeiro, Vagner da Silva Baldança, 28, que foi comer capim pela raiz em julho deste ano. Os milicos chegaram a chamar os bombeiros pra ver se conseguiam livrar Alexandre da morte, mas não tinha mais nada o que fazer. O laudo do instituto médico legal (IML) peixeiro apontou que Alexandre foi ferido em todas as partes do corpo. Um dos balaços atravessou a boca do cara e saiu no nariz. O caso tá sendo investigado pelos tiras da 2ª delegacia de Itajaí.

Caso Baldança

O ex-chefão do cadeião peixeiro, Vagner Silva Baldança, 28, morreu depois de tomar um tirombaço certeiro na noite do dia 6 de julho. A suspeita é de que ao ver a morte chegando, o traste tenha tentado fugir, caiu e foi ferido antes de se esborrachar no chão.

A bala subiu pela perna esquerda até atingir o coração. O crime rolou na rua Abílio Correia de Mello, nos Cordeiros, em Itajaí.

Vagner chegou a ser considerado o líder do cadeião durante o tempo em que ficou preso, cumprindo pena por assassinato. Antes de botar o prego no caixão de Baldança, o bandido meteu bala na baiuca onde ele morava. No tiroteio, a companheira do bandidão também levou um tirombaço, mas a bala chegou sem força e parou na montoeira de roupa que a mulher vestia.

Matou desafeto

Em sua ficha criminal, maior que a BR 101, tem de tudo. Vagner matou, em agosto de 2001, o segurança Valdenei da Silva, 20 anos, dentro de um busão. Na época, o bandido e o irmão, Cristiano da Silva Baldança, se desentenderam com Valdenei na Sociedade São Roque e resolveram a treta na base da bala.

Na noite do crime, os irmãos Baldança pararam um dos ônibus que levou a galera para o balançateta. Cristiano abriu caminho entre os passageiros para que Vagner conseguisse chegar até Valdenei. Assim que avistou o coitado sentado num banco, Vagner atirou duas vezes no rosto e na barriga da vítima, que morreu na hora ao lado da namorada, que escapou inteirinha.

Vagner foi julgado em setembro de 2003 e condenado por assassinato qualificado por motivo fútil e sem possibilidade da vítima siscapar. O carinha pegou 17 anos de jaula.

Companhia pro dêmo

Durante o tempo em que ficou guardado no cadeião peixeiro pagando pelo crime de assassinato, Vagner se tornou uma espécie de líder dos presos. O bandidão seria o responsável pela entrada de drogas, bebidas e mercadorias no câmbio negro nas jaulas do Itajaí.

Em 2003, após uma operação pente-fino no cadeião, Vagner foi transferido pra penitenciária de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, para cumprir o restante da pena.

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